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Influência da fadiga cíclica na resistência à fratura de coroas cimentadas e parafusadas sobre implantes

Resumo

O propósito deste estudo é comparar a resistência à fratura das coroas cimentadas e parafusadas sobre os implantes, após os ensaios de fadiga cíclica. A hipótese nula é de que não exista influência do teste de fadiga no valor de resistência à fratura. Serão confeccionadas coroas parafusadas, a partir de abutments calcináveis com sobrefundições em Ni-Cr, que receberão uma porcelana feldspática de recobrimento. Ainda nesta modalidade, as coroas em cerâmica pura serão obtidas pela combinação dos abutments de zircônia CAD/CAM com porcelana de zircônia. Todas as coroas serao parafusadas com torque de 32Ncm e seladas com guta-percha e resina composta foto ativada. As coroas cimentadas serão confeccionadas pela combinação dos abutments calcináveis e cerâmicos, com infraestruturas metálicas e cerâmicas, que receberam suas respectivas porcelanas de cobertura. Todas as coroas desta modalidade serão cimentadas com fosfato de zinco. Cada grupo (cimentado, parafusado) possuirá amostras experimentais e controles, num total de 40 amostras. As amostras dos grupos controle serão submetidas à compressão até a fratura, e as amostras do grupo experimental serão submetidas à fadiga cíclica antes do teste de compressão à fratura. Os valores intra e intergrupos serão comparados pelo teste t de Student (dados paramétricos) e teste de Mann-Whitney (dados não paramétricos). (AU)

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