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Limeira ácida 'Tahiti': estudo de porta-enxertos, clones e práticas culturais

Processo: 09/08810-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2009 - 30 de setembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Eduardo Sanches Stuchi
Beneficiário:Eduardo Sanches Stuchi
Instituição-sede: Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro (EECB). Fundação de Pesquisas Agroindustriais de Bebedouro (FUPAB). Bebedouro , SP, Brasil
Assunto(s):Exportação  Irrigação  Citricultura 

Resumo

A cultura das limas ácidas é de grande importância para a economia de algumas regiões do país, pois gera renda em dezenas de municípios e emprego para trabalhadores rurais de baixa qualificação. Observa-se um aumento significativo nas exportações, principalmente da lima 'Tahiti', explorada principalmente por agricultores familiares e pequenos produtores rurais. Entretanto, dentro da citricultura, é uma das culturas menos estudadas, distinguindo-se alguns gargalos essenciais: a) assenta-se sobre um único porta-enxerto, o limoeiro 'Cravo', suscetível à gomose de Phytophthora; b) utiliza praticamente uma única variedade, comumente conhecida como limão Tahiti, restrita a apenas duas seleções ou clones, o IAC-5 ou "Peruano" e o Quebra-galho, que apresentam inconvenientes: as plantas do IAC-5 possuem porte elevado, dificultando a colheita, enquanto o 'Quebra-galho', apesar do porte reduzido, está contaminado com viróide da exocorte dos citros e outros viróides; c) baixa vida útil dos pomares em função dos problemas fitossanitários apresentados nos itens a e b; d) concentração da produção no primeiro semestre, o que avilta os preços pagos aos produtores.Propõe-se o estudo de técnicas voltadas à redução do tamanho das plantas, testes com novos porta-enxertos e clones da limeira ácida 'Tahiti' em duas condições: com e sem irrigação. Pretende-se assim selecionar clones e porta-enxertos e práticas culturais que permitam, nas duas condições, ganhos de produtividade, maior longevidade dos pomares e o aumento da produção de frutos na entressafra, favorecendo as condições de cultivo dos produtores, possibilitando preços mais estáveis aos consumidores e maior oferta de frutos aos exportadores. (AU)

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