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Estrutura das comunidades de formigas de serapilheira em cultivo extensivo de Eucalyptus grandis dunnii Maiden, em áreas de Mata Atlântica

Processo: 10/50294-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2010 - 30 de junho de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Zoologia Aplicada
Pesquisador responsável:Maria Santina de Castro Morini
Beneficiário:Maria Santina de Castro Morini
Instituição-sede: Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão. Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). Mogi das Cruzes, SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):11/21216-6 - Estrutura das comunidades de formigas de serapilheira em cultivo extensivo de Eucalytpus grandis dunni Maiden em áreas de Mata Atlântica, BP.TT
10/15918-5 - Estrutura das comunidades de formigas de serapilheira em cultivo extensivo de Eucalyptus grandis dunni Maiden, em áreas de Mata Atlântica, BP.TT
Assunto(s):Eucalipto  Formicidae  Formigas  Riqueza  Solos  Mata Atlântica 

Resumo

Eucalyptus grandis é atualmente a espécie de eucalipto mais cultivada para a produção de celulose no país, pois apresenta um alto rendimento por unidade de área. A região da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, que é formada pelos principais remanescentes de Mata Atlântica do estado de São Paulo, possui extensas áreas com plantio desse táxon. A serapilheira das florestas tropicais é apontada como um ambiente de alta diversidade morfológica e funcional, e as formigas são importantes elementos na formação desse estrato; porém, pouco se sabe sobre os fatores que estruturam suas comunidades nos cultivos extensivos de eucaliptos em áreas de Mata Atlântica. O entendimento desses fatores poderá colaborar em programas de recuperação de áreas de eucaliptos, cujo cultivo foi abandonado; ou, ainda, em plantios manejados para a produção comercial. Nesse sentido, o presente projeto propõe o estudo de alguns componentes estruturais da serapilheira e do ambiente em cultivos de eucaliptos com a espécie mais comercializada atualmente, para construir modelos causais dos fatores que determinam a riqueza e composição de formigas nessas florestas. Para atingir esse objetivo, pretendemos analisar a riqueza e abundancia de outros invertebrados selecionados e a estrutura do hábitat. Os sítios escolhidos para a realização do projeto possuem como composição florística original Floresta Ombrófila Densa, pertencente a Serra do Mar. Esperamos que os resultados permitam elaborar modelos explicativos gerais sobre a estrutura trafica da serapilheira em florestas de eucaliptos, além de fornecer informações sobre o estado atual das comunidades de formigas em áreas de Mata Atlântica aflorestadas com E. grandis, o que é interessante para programas de conservação da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê, já que esse inseto é considerado um bioindicador (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Estudo com formigas avalia recuperação da Mata Atlântica  
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