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Efeito dos ácidos graxos n-3 na função de leucócitos de atletas de elite

Resumo

O desenvolvimento, manutenção e funcionalidade do sistema imune dependem de uma nutrição balanceada e adequada. Os ácidos graxos possuem efeitos pronunciados sobre os leucócitos. A composição de ácidos graxos na dieta determina a proporção desses nos tecidos, e como consequência, os seus efeitos nestes. Os ácidos docosa-hexaenóico (22:6, n-3) (DHA) e eicosapentaenóico (20:5, n-3) (EPA) são os principais ácidos graxos essenciais da série n-3. Numerosos estudos têm descrito os efeitos benéficos dos ácidos graxos n-3 nas doenças autoimunes, principalmente o ácido eicosapentaenóico (EPA). Os ácidos graxos poliinsaturados n-3 atuam como agentes anti-inflamatórios e atenuam os efeitos promovidos pela reação inflamatória exacerbada. O exercício físico é um modelo mensurável de estresse capaz de promover alterações transitórias nas funções dos leucócitos, sendo este efeito dependente da intensidade e duração em que é realizado. Muitos pesquisadores vêm demonstrando os efeitos benéficos da suplementação de PUFA n-3 no exercício (Simopoulos, 2007). A habilidade dos PUFAs n-3 em produzir citocinas e eicosanóides anti-inflamatórios sugere que a adição destes ácidos graxos pode auxiliar na resposta imune-inflamatória no exercício.Poucos estudos têm avaliado o sistema imunológico de atletas de elite após suplementação de PUFA n-3. Neste estudo investigaremos a efeito da suplementação de óleo de peixe na concentração plasmática dos marcadores de lesão muscular e de mediadores inflamatórios e ainda o efeito na funcionalidade e morte de linfócitos e neutrófilos de atletas de elite. (AU)

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