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Eletromiografia de fibra única com eletrodo de agulha concêntrica: normatização do jitter no músculo Orbicularis Oculi

Processo: 08/10082-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2009 - 28 de fevereiro de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:João Aris Kouyoumdjian
Beneficiário:João Aris Kouyoumdjian
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). Secretaria de Desenvolvimento Econômico (São Paulo - Estado). São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Neurologia  Eletromiografia  Eletrodos  Músculos oculomotores  Miastenia gravis 

Resumo

A eletromiografia de fibra única (SFEMG) é ferramenta neurofisiológica essencial para o diagnóstico de doenças neuromusculares, particularmente aquelas que afetam a junção neuromuscular como a miastenia gravis. O objetivo do presente trabalho é quantificar o jitter no músculo Orbicularis Oculi em 50 indivíduos adultos normais utilizando-se eletrodo de agulha concêntrica, valores ainda não definidos na literatura e nunca realizados no Brasil. As técnicas utilizadas para obtenção do jitter serão: (1) contração voluntária mínima com ativação de pares de potenciais de ação de fibras musculares individuais; (2) estimulação axonal do nervo facial com ativação isolada de potenciais de acão de fibras musculares individuais. O registro será feito por meio de eletrodos de agulha concêntrica descartáveis ao invés do eletrodo específico para SFEMG não reutilizável e proibido em alguns países. Os valores de jitter obtidos pelas duas técnicas serão comparados, sendo menor técnica estimulada. O músculo Orbicularis Oculi juntamente com o Extensor Digitorum Communis são os mais utilizados na prática diária, desde a introdução da técnica em 1966. O exame no músculo Orbicularis Oculi apresenta a mais elevada sensibilidade para o diagnóstico das formas oculares da Miastenia Gravis. Os resultados obtidos servirão para ratificação dos valores de referência na literatura mundial, além de introduzir a técnica no meio acadêmico brasileiro. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Pesquisa facilita diagnóstico de doença neuromuscular 
Novo método é mais sensível para diagnosticar doenças neuromusculares