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Diversidade das metaloproteinases presentes no veneno de Bothrops neuwiedi: variabilidade estrutural e funcional e identificação das formas responsáveis por alterações na hemostasia

Processo: 10/11330-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2010 - 31 de outubro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Ana Maria Moura da Silva
Beneficiário:Ana Maria Moura da Silva
Instituição-sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Cristiani Baldo da Rocha ; Geraldo Santana Magalhães
Assunto(s):Venenos de origem animal  Serpentes  Bothrops  Proteínas recombinantes  Evolução molecular  Hemostasia  Metaloproteinases 

Resumo

As metaloproteinases de venenos de serpentes (SVMPs) são enzimas abundantes em venenos de serpentes da família Viperidae responsáveis por grande parte dos sintomas do envenenamento. Sua ação está relacionada com a proteólise dos componentes da matriz extracelular e proteínas plasmáticas. Além disso, as SVMPs são capazes de interagir com receptores de plaquetas, células endoteliais, células inflamatórias e fibroblastos, ativando ou inibindo a resposta celular. Essa ampla gama de atividades biológicas está relacionada com a diversidade estrutural dessa família de proteínas, decorrente de um processo de evolução acelerada. Para melhor entender a diversidade funcional das SVMPs, iniciamos em nosso laboratório estudos com o veneno de serpentes do Complexo Bothrops neuwiedi. Analisando o cDNA obtido a partir da glândula de veneno, pudemos constatar a diversidade gênica e prever a existência de novas SVMPs no veneno. Nosso objetivo neste projeto é caracterizar as relações filogenéticas e mecanismos evolutivos envolvidos na geração da heterogeneidade das SVMPs. Pretendemos também identificar proteínas inéditas no veneno de B. neuwiedi e/ou obtê-las por expressão dos cDNAs em sistemas heterólogos visando avaliar sua ação nos distúrbios hemostáticos típicos do envenenamento botrópico. Com essa abordagem, poderemos compreender melhor a diversidade estrutural e funcional das SVMPs e identificar toxinas com ações fisiopatológicas distintas das descritas anteriormente. (AU)

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