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Utilização de protocolo de treino da marcha em esteira para crianças com paralisia cerebral

Processo: 10/10247-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2010 - 31 de agosto de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Eloisa Tudella
Beneficiário:Eloisa Tudella
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Paralisia cerebral  Fisioterapia 

Resumo

Este estudo pretende abordar a paralisia cerebral e a utilização de esteira como forma de tratamento complementar. A aplicação de um protocolo de tratamento utilizando a esteira motorizada para estimulação da marcha tem sido utilizada em crianças com síndrome de Down, paralisia cerebral entre outras. Este estudo visa demonstrar que o uso da esteira proporciona melhora da função motora grossa, alinhamento postural, equilíbrio e condicionamento cardiorespiratório de crianças com paralisia cerebral. O estudo será comparativo, longitudinal, controlado e pareado. A amostra será composta por 20 crianças com paralisia cerebral, de faixa etária entre 4 e 15 anos, divididas em um grupo de crianças classificadas nos níveis I e II do GMFCS (Gross Motor Function Classification System) e o outro grupo de crianças de níveis III e IV. Os instrumentos de avaliação a serem utilizados serão: GMFM (Gross Motor Function Measure), FMS (Functional Mobility Scale), SAPO (Software para Avaliação Postural) e PBS (Pediatric Balance Scale) e frequencímetro. A criança será avaliada em quatro momentos: Aval 1 - seis semanas antes do início do treino, Aval 2- semana anterior ao início do treino, Aval 3-na semana subseqüente ao treino e Aval 4- após seis semanas do término do treino. O treinamento da marcha na esteira terá duração de 6 semanas com freqüência de 2 vezes por semana com duração de 25 minutos cada sessão. A análise estatística será feita pela análise de Variância (ANOVA) tendo como fator os graus do GMFCS e como variáveis dependentes, os resultados dos testes GMFM, FMS, PBS e SAPO. Análise univariadas e testes post hoc de Tukey serão realizados quando forem encontradas diferenças significantes nas ANOVAs. O nível de significância adotado será de 0,05. (AU)