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Cultivo de microalgas em fotobiorreator como ferramenta para o sequestro do CO2 atmosférico

Processo: 08/03487-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa BIOEN - PITE
Vigência: 01 de maio de 2010 - 30 de novembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Botânica Aplicada
Convênio/Acordo: BRASKEM
Pesquisador responsável:Ana Teresa Lombardi
Beneficiário:Ana Teresa Lombardi
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos, SP, Brasil
Empresa: Braskem S/A
Pesq. associados:Armando Augusto Henriques Vieira ; Carlos Henrique Britto de Assis Prado ; Maria da Graça Gama Melão ; Maria Inês Salgueiro Lima ; Paula Cristina Garcia Manoel Crnkovic
Assunto(s):Ecofisiologia vegetal  Microalgas  Sequestro de carbono 
Publicação FAPESP:http://media.fapesp.br/bv/uploads/publicacoes/pasta_bioen_jun2012_20.pdf

Resumo

O aumento da concentração de CO2 e outros gases do efeito estufa na atmosfera tem como consequência alterações climáticas de grande intensidade, observadas frequentemente nos dias atuais. O desenvolvimento de estratégias de mitigação de gases do efeito estufa, com destaque ao CO2 vem contribuir para a geração de mecanismos de desenvolvimento limpo. Dados da literatura sugerem que as estratégias biológicas são importantes na mitigação do CO2 e poderiam contrabalançar de 10 a 20% das emissões por combustíveis fósseis até o ano 2050. Esta pesquisa propõe o uso de microalgas para o sequestro de CO2 atmosférico, que fundamenta-se no processo fotossintético. Para tanto, células de Chlorella vulgaris serão cultivadas em fotobiorreatores com capacidade de 3,5 m3, devendo resultar em uma biomassa algal seca de 3 a 5 kg dia-1. A microalga será primeiramente cultivada em culturas estanques em laboratório sob condições controladas onde serão definidas as variáveis pH, concentração dos nutrientes nitrato e fosfato, de vitaminas e sistema de borbulhamento de CO2 sempre visando maior taxa de crescimento e biomassa algal. Após definidas as condições ideais, estas serão testadas em sistemas de fluxo contínuo no laboratório e nos fotobiorreatores instalados no ambiente natural. O balanço de CO2 será efetuado em cada amostragem, assim como a composição bioquímica da microalga. O resíduo final de todo o processo (meio nutritivo usado e microalgas) será testado para a finalidade de uso agrícola através do cultivo de hortaliças (alface) e vegetação nativa, e quanto à produção de biomoléculas energéticas para geração de biocombustível. Pretende-se otimizar tecnologia existente, mas em fase inicial (nacional e internacionalmente) de desenvolvimento e implantação para o sequestro biológico do CO2 em larga escala. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Microalgas transformadas 
Tecnologias de biocombustíveis e biorrefinarias são abordadas em workshop 
Microalgas polivalentes 
Matéria(s) publicada(s) na Revista Pesquisa FAPESP sobre o auxílio:
Microalgas transformadas  
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