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Plutella xylostella: variabilidade populacional e suscetibilidade a táticas de controle

Processo: 10/12438-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2010 - 31 de outubro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Ricardo Antonio Polanczyk
Beneficiário:Ricardo Antonio Polanczyk
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Pesq. associados:Luís Garrigós Leite ; Manoel Victor Franco Lemos ; Sergio Antonio de Bortoli ; Sérgio de Freitas
Auxílios(s) vinculado(s):11/51227-0 - Working group on effects of global changes in the multitrophic interaction plants: natural enemies, AP.R
Assunto(s):Pragas de plantas  Traças  Plutella xylostella 

Resumo

O cultivo intensivo de brássicas favorece o aparecimento de pragas como a traça-das-crucíferas (Plutella xylostella) cujos danos podem comprometer seriamente a produção sendo comum o uso de agrotóxicos para minimizar as perdas. Apesar da importância econômica desta espécie são escassos os estudos sobre a estrutura genética de populações, porém existem indícios que variações entre populações pode ser um fator determinante para elaboração de estratégias de manejo desta praga. Considerando estes fatores, com auxílio do ISSR-PCR quatro populações brasileiras de P. xylostella serão caracterizadas molecularmente e sua suscetibilidade a diferentes táticas de controle (inseticidas seletivos aos inimigos naturais, isolados e bioinseticida à base de Bacilllus thuringiensis, isolados de Beauveria bassiana e nematóides entomopatogênicos) será avaliada em bioensaios laboratoriais com lagartas de segundo instar. Além da mortalidade serão mensurados o consumo foliar e os efeitos subletais das diferentes táticas de controle. Com os resultados espera-se determinar se a variabilidade populacional da traça-das-crucíferas afeta a eficiência das táticas de controle. Este estudo fornecerá informações importantes sobre o grau de isolamento entre as populações e seu impacto na elaboração de estratégias de manejo da traça-das-crucíferas. (AU)