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Efeito da hidrofilia da superfície de titânio na estabilidade do implante em defeitos ósseos marginais em mandíbula de cães

Processo: 10/15037-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2010 - 30 de novembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:Luiz Antonio Salata
Beneficiário:Luiz Antonio Salata
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Defeitos ósseos  Implantes osseointegrados  Reparo ósseo  Ósseointegração  Titânio 

Resumo

Propriedades de superfície tais como hidrofilia teriam a capacidade de induzir uma reposta osteoblástica mais eficiente, o que aumentaria o contato ósseo entre o osso e o implante e diminuiria o período necessário para a osseointegração, especialmente em procedimentos de implantes imediatos com carga funcional precoce. A estabilidade do implante deve ser atribuída a dois eventos distintos: a estabilidade primária, que responde pelo travamento inicial do implante durante sua instalação e a estabilidade secundária obtida pelos eventos biológicos e celulares de neoformação óssea ao redor da superfície do implante. Embora a propriedade hidrofílica de superfícies de implante tenha sido explorada por pesquisadores nos últimos anos, não há registros na literatura de trabalhos que comparassem a estabilidade, contato entre osso e superfícies hidrofílicas de implantes por meio de análise de freqüência de ressonância (RFA) em conjunto com a avaliação histométrica e histológica. Seis cães serão submetidos à exodontia bilateral dos dentes pré-molares e primeiro molar mandibulares. Três meses após as exodontias serão instalados 4 implantes Neoss (Neoss Ltd, Harrogate, UK), sendo 2 com superfície Bimodal" (moderadamente hidrofílica) como controle e 2 com superfície ProActive" (altamente hidrofílica) superfície Neoss modificada (Nmod) distribuídos alternadamente sobre o rebordo alveolar mandibular unilateralmente. Após três semanas serão instalados implantes no lado contra-lateral, seguindo os mesmos passos cirúrgicos e critérios adotados na segunda fase. Os animais serão sacrificados 1 semana após a realização da terceira fase cirúrgica. Portanto, o processo de osseointegração dos implantes serão avaliados em 1 e 4 semanas. A osseointegração dos implantes será avaliada através de RFA, histologia, histometria e marcações com fluorescência. (AU)