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Estimando economias de escala e de escopo no setor de saneamento

Processo: 10/50753-7
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Parceria para Inovação Tecnológica - PITE
Vigência: 01 de março de 2012 - 31 de agosto de 2013
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Economia - Economia Industrial
Convênio/Acordo: SABESP
Pesquisador responsável:Cláudio Ribeiro de Lucinda
Beneficiário:Cláudio Ribeiro de Lucinda
Instituição Sede: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Município: Ribeirão Preto
Instituição parceira: Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos (São Paulo - Estado). Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SABESP)
Assunto(s):Economia de escala  Saneamento básico 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Economias De Escala | Economias De Escopo | Regulacao | Saneamento Basico

Resumo

O ciclo de produção no setor de saneamento básico se inicia na coleta de água, que pode ser tanto feita em reservatórios naturais quanto construídos. A partir da coleta de água, os passos seguintes são o tratamento da água, a distribuição aos pontos de consumo (residenciais, industriais ou comerciais) seguido pelo descarte em uma rede de esgotamento que pode ou não ser tratado para devolução ao ciclo natural. No Brasil, nem todos os sistemas de saneamento realizam tais funções ou ainda, não realizam tais funções dentro de uma mesma empresa. Este fato coloca uma pergunta, que pretende-se que seja respondida na presente pesquisa: de um ponto de vista econômico, seria mais eficiente que todas estas etapas fossem realizadas dentro de apenas uma empresa? Uma pergunta subsidiária, e relacionada com a primeira, diz respeito se, mesmo que não seja eficiente do ponto de vista econômico' que todos os serviços sejam oferecidos no âmbito de uma única empresa, se alguns subconjuntos de serviços devem ou não ser oferecidos conjuntamente. Estas duas perguntas podem ser reescritas de uma forma mais específica como: Quais serviços no setor de saneamento básico são sujeitos a economias de escopo? Além disso, outra questão importante diz respeito às chamadas economias de escala, e a segunda pergunta importante neste projeto seria: Qual seria a escala mínima eficiente para cada um destes serviços? Para responder a estas perguntas, pretende-se a aplicação da metodologia de Evans e Heckman (1983) combinada com a compilação de dados da SABESP, de forma a responder se existem economias de escala e/ou de escopo. (AU)

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