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Uso de microlaboratórios autonômos para monitoramento de fósforo em tempo real

Processo: 10/50744-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Parceria para Inovação Tecnológica - PITE
Vigência: 01 de janeiro de 2012 - 31 de dezembro de 2013
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária - Saneamento Ambiental
Convênio/Acordo: SABESP
Pesquisador responsável:Antonio Carlos Seabra
Beneficiário:Antonio Carlos Seabra
Instituição-sede: Escola Politécnica (EP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Empresa: Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos (São Paulo - Estado). Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SABESP)
Município: São Paulo
Instituição parceira: Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos (São Paulo - Estado). Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SABESP)
Assunto(s):Saneamento básico  Águas residuárias  Reservatórios  Fósforo 

Resumo

Este projeto propõe uma nova solução para o monitoramento contínuo (tempo real) de fósforo total em águas para abastecimento e residuárias através da utilização de microlaboratórios autônomos que já se encontram em fase avançada de estudo e denvolvimento pelos grupos de pesquisa aqui envolvidos. Através de uma parceria entre o Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos e o Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária da Escola Politécnica da USP pretende-se monitorar a concentração de fósforo total em reservatórios e estações de tratamento de esgoto implementando-se pelo menos 30 unidades de monitoramento contínuo para validação de resultados. O último relatório de qualidade das águas interiores da CETESB (2009) mostra que o fósforo foi o segundo parâmetro da rede de monitoramento que apresentou maiores porcentagens de resultados não conformes aos padrões de qualidade da Classe 2, o que evidencia a importância de seu monitoramento. O monitoramento contínuo de parâmetros de qualidade de água é importantíssimo na área de saneamento básico, para melhor gerenciamento de estações de tratamento de esgoto, que representa uma redução substancial de custos operacionais e para o entendimento da biogeoquímica do fósforo em reservatórios, fundamental para a tomada de decisão nos casos de eutrofização. O conceito de microlaboratórios autônomos vem sendo desenvolvido dentro da Escola Politécnica e tem mostrado resultados animadores tanto em termos de divulgação em revistas científicas internacionais de peso como em termos do interesse das empresas envolvidas com o monitoramento ambiental de uma maneira geral. O monitoramento do fósforo total apresenta um desafio tecnológico importante, pois exige a integração de várias etapas adicionais ao processo de medição de concentração, em especial a digestão, filtragem e ajuste de pH da amostra, etapas estas que não foram ainda integradas aos microlaboratórios atualmente disponíveis, que já contam com as etapas de calibração, mistura amostra/reagentes, detecção fotométrica e disponibilização digital das informações. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Revista Pesquisa FAPESP sobre o auxílio::
Nas águas da inovação 
Patente(s) depositada(s) como resultado deste projeto de pesquisa

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