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Treinamento físico, consumo de frutose e marcadores hepáticos da síndrome metabólica em modelo experimental

Processo: 10/52379-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2011 - 28 de fevereiro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Maria Alice Rostom de Mello
Beneficiário:Maria Alice Rostom de Mello
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Assunto(s):Exercício físico  Síndrome metabólica  Frutose  Fígado gorduroso  Estresse oxidativo 

Resumo

A síndrome metabólica tornou-se grave problema médico-social tanto em países desenvolvidos quanto naqueles em desenvolvimento e o consumo excessivo de frutose na dieta parece ter papel importante nessa questão. Nessa forma é de grande interesse o desenvolvimento de procedimentos mais efetivos para prevenção e tratamento desta doença. Um procedimento que merece investigação é o exercício físico. O presente estudo visa analisar os efeitos do treinamento físico sobre biomarcadores hepáticos da síndrome metabólica e sobre a capacidade aeróbia de ratos alimentados com dieta rica em frutose. Serão utilizados ratos da linhagem Wistar, que serão submetidos ao teste de lactato mínimo (LacMin), para a identificação da transição metabólica aeróbia/anaeróbia durante exercício de natação e que, dos 120 aos 180 dias de idade, serão separados em dois grupos, conforme a dieta: controle (dieta balanceada AIN-93) e frutose (dieta com 60% de frutose). Metade dos animais de cada grupo será treinada por protocolo de exercício ser estabelecido numa etapa inicial deste estudo e a outra metade, permanecerá sedentária. Ao final, serão analisados: capacidade aeróbia (LacMin após treinamento), tolerância à glicose (teste de tolerância oral à glicose); sensibilidade periférica à insulina (teste de tolerância à insulina); marcadores de doença hepática gordurosa não alcoólica (concentrações séricas de alanina aminotransferase - ALT e aspartato amionotransferse - AST). Serão, ainda, determinados no fígado: concentrações de lipídios totais e de triglicerídeos; taxa de lipogênese; biomarcadores do sistema de defesa antioxidante (atividade das enzimas catalase - CAT e superóxido dismutase - SOD) e de peroxidação lipídica (substâncias que reagem ao ácido tiobarbitúrico - TBARs) bem como análise histológica (hematoxilina/eosina) e no soro: concentrações das citocinas TNF α, IL-1 ß, IFNγ (pró-inflamatórias) e IL-4 e IL-10 (antiinflamatórias). (AU)