| Processo: | 10/19699-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Física - Física Atômica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Vito Roberto Vanin |
| Beneficiário: | Vito Roberto Vanin |
| Instituição Sede: | Instituto de Física (IF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Elétrons Raios X |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | camada interna | elétrons secundários | feixe de elétrons | impacto de elétrons | ionização atômica | produção de raios-x | ionização atômica |
Resumo
O injetor do acelerador Microtron do IFUSP encontra-se em funcionamento e fornece um feixe de elétrons de 1,9 MeV, cuja característica principal é a corrente contínua, o que favorece todos os experimentos em que uma taxa de eventos uniforme no tempo melhore a observação do fenômeno, tais como medidas de coincidência ou de taxa de produção de partículas. Com esse feixe de elétrons, propomos medir a seção de choque de ionização atômica de camadas internas por impacto de elétrons, usando um detetor semicondutor de Raios-X, com os alvos colocados em uma torre dentro de uma câmara de irradiação dotada de janelas de espectroscopia. A medida da corrente será feita por um copo de Faraday e monitorada com um detetor de elétrons, por meio do seu espectro de energia e fluxo espalhados em um ângulo escolhido; tanto o espectro medido por esse detetor quanto a fração de carga coletada pelo copo de Faraday serão simulados com o programa PENELOPE e comparados com os correspondentes resultados experimentais. Os dados de seção de choque existentes datam de 40 anos, apresentam discrepâncias com os valores calculados e foram obtidos com limitações experimentais que serão superadas nos experimentos que realizaremos. Além disso, em átomos pesados, praticamente não há dados experimentais na região de energia em torno de 2 MeV, apesar do caráter fundamental desse processo de interação. Os melhores cálculos da seção de choque são realizados atualmente na aproximação de Born relativística com ondas planas ou distorcidas, que deveriam reproduzir os valores experimentais com exatidão razoável. (AU)
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