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Efeito da polimerização e do envelhecimento acelerado sobre a estabilidade de cor de botões de íris artificiais obtidos por diferentes técnicas

Processo: 10/18333-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2011 - 28 de fevereiro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos
Pesquisador responsável:Marcelo Coelho Goiato
Beneficiário:Marcelo Coelho Goiato
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Resinas acrílicas  Prótese bucomaxilofacial  Olho artificial  Íris 

Resumo

As próteses oculares são responsáveis pela recuperação da estética e auto-estima do usuário. As técnicas existentes para a confecção da prótese ocular devem resultar em íris artificiais perfeitamente estéticas com consequente dissimulação do defeito facial. Esta característica, quando não satisfeita pode levar a indicação da confecção de nova prótese, mesmo quando esta ainda apresenta boa adaptação. Além disso, sabe-se que o que mais interfere na longevidade das próteses oculares é a instabilidade de cor das íris, devido à polimerização das próteses e o uso clínico destas ao longo dos anos. Dessa forma, este estudo tem como propósito verificar a alteração de cor do botão de íris artificial entre diferentes técnicas sobre a influência da polimerização e envelhecimento acelerado. Serão confeccionadas 64 amostras simulando próteses oculares distribuídas em grupos de acordo com a técnica utilizada, sendo 4 grupos controle (n=1) e 6 grupos experimentais (n=10): discos pretos pintados (controle 1), calotas com pintura invertida (controle 2), discos pretos pintados com verniz (controle 3), calotas com pintura invertida com verniz (controle 4), técnica da pintura invertida sem verniz, técnica convencional sem verniz, técnica com calota pré-fabricada sem verniz, técnica da pintura invertida com verniz, técnica convencional com verniz, , técnica com calota pré-fabricada com verniz. Todas as amostras serão submetidas ao envelhecimento artificial, e a leitura de cor será realizada por meio de um espectrofotômetro de reflexão ultravioleta visível utilizando o sistema CIE L*a*b*, antes e após polimerização e após 504 e 1008 horas de envelhecimento. Os dados obtidos serão submetidos à análise de variância (ANOVA), e teste de Tukey (p<0,05). (AU)