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Bevacizumabe versus ranibizumabe intravítreo para tratamento de edema macular diabético refratário

Processo: 10/16980-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de março de 2011 - 28 de fevereiro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Rodrigo Jorge
Beneficiário:Rodrigo Jorge
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesq. associados:André Marcio Vieira Messias ; Felipe Piacentini Paes de Almeida ; Jefferson Augusto Santana Ribeiro
Assunto(s):Oftalmologia  Edema macular  Retinopatia diabética  Receptores de fatores de crescimento do endotélio vascular 

Resumo

O edema macular diabético ocorre em 29% dos pacientes com retinopatia diabética, e é a principal causa de perda da função visual nesses pacientes. A aplicação de laser, focal e/ou grid, é a atual terapia consagrada para no tratamento desses pacientes. Todavia, devido a grande quantidade de casos de insucesso no remodelamento da estrutura anatômica da macula, e/ou recuperação da função visual após o tratamento, a investigação de terapias alternativas ou adjuvantes nessa comorbidade tem tido crescente interesse cientifico. Nesse contexto, existem promissores relatos dos sobre os efeitos adjuvantes da aplicação intra vítrea de agentes inibidores da proliferação vascular (anti-VGF). No presente estudo pretende-se comparar os efeitos da injeção intra vítrea de Bevacizumabe (BEVA; n = 40) com os de Ranibizumabe (RANI; n=40) em olhos com edema macular diabético tratados previamente, sem sucesso, com laser em grid. Para a avaliação da morfologia macular será utilizada a tomografia de coerência óptica e angiografia com fluoresceína, e a função visual será medida por meio da acuidade visual e por microperimetria. (AU)