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Evolução da mortalidade neonatal precoce, segundo complexidade hospitalar, nas regiões metropolitanas de São Paulo e da Baixada Santista, 2006-2009

Processo: 10/20742-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2011 - 31 de março de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública
Pesquisador responsável:Zilda Pereira da Silva
Beneficiário:Zilda Pereira da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):11/18733-9 - Estudo das caracterísitcas das mães e dos recém-nascidos, segundo tipo de hospital, em duas regiões metropolitanas do Estado de São Paulo, BP.TT
Assunto(s):Mortalidade infantil  Mortalidade neonatal  Sistemas de informação hospitalar 

Resumo

A mortalidade neonatal ganhou relevância no cenário da saúde pública com a diminuição da taxa de mortalidade infantil. As mortes dentro do ambiente hospitalar passaram a responder pela maior proporção dos óbitos infantis e algumas características maternas e do recém-nascido (RN) contribuem para o aumento do risco de morte neonatal e para demanda de maior complexidade da atenção hospitalar. Este trabalho tem por objetivo analisar a evolução da mortalidade neonatal precoce, nas Regiões Metropolitanas de São Paulo (RMSP) e da Baixada Santista (RMBS), segundo complexidade da atenção hospitalar e perfil das mães e dos RNs, entre 2006 e 2009. A RMSP é a região mais desenvolvida de São Paulo e apresenta níveis intermediários de mortalidade infantil, já a RMBS, apesar de ser uma das regiões mais ricas, registra a taxa mais elevada do Estado. Trata-se de um estudo baseado em dados secundários (SIM, SINASC e CNES), que utilizará a técnica de linkage determinística para vinculação de dados sobre nascidos vivos, óbitos neonatais precoces e os estabelecimentos de saúde onde ocorreram os partos. Serão analisadas variáveis das características dos hospitais em relação à assistência ao parto e ao RN, bem como o perfil da mãe e do neonato. Para classificar os hospitais serão utilizadas as técnicas estatísticas de análise fatorial e de clusters. Os dados serão analisados por nível de complexidade dos hospitais e seu vínculo com o SUS. Na análise da mortalidade, serão calculados o coeficiente de mortalidade neonatal precoce, total e por peso ao nascer, e o risco relativo. O presente estudo visa, assim, contribuir para o aprimoramento da qualidade da atenção ao parto e ao RN, com subsídios para redução da mortalidade infantil no Estado. (AU)