| Processo: | 11/00147-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Trícia Maria Ferreira de Sousa Oliveira |
| Beneficiário: | Trícia Maria Ferreira de Sousa Oliveira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Pirassununga |
| Pesquisadores associados: | Rosangela Zacarias Machado ; Wilma Aparecida Starke Buzetti |
| Assunto(s): | Leishmaniose visceral Leishmania infantum Cães Técnicas e procedimentos diagnósticos Reação em cadeia por polimerase (PCR) Técnicas imunoenzimáticas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cães | diagnóstico | leishmania | Pcr | swab conjuntival | Zoonoses parasitárias |
Resumo
As leishmanioses são enfermidades causadas por protozoários do gênero Leishmania, transmitidos a diferentes espécies de mamíferos por vetores. No Brasil, a espécie responsável pela forma mais grave da doença, a leishmaniose visceral, é a Leishmania (Leishmania) infantum chagasi, e os principais vetores são os flebotomíneos da espécie Lutzomyia longipalpis. Anteriormente descrita como uma enfermidade silvestre ou de ambiente rural, atualmente, observa-se um grande número de casos da doença em áreas urbanas. No ambiente doméstico, o cão é considerado o principal reservatório da leishmaniose visceral e, em consequência disso, é também o principal alvo das campanhas de controle da forma humana da doença. Os cães também sofrem com a doença, sendo que, uma vez iniciados os sinais clínicos nessa espécie, invariavelmente o animal vem a óbito. Porém, vários animais podem permanecer infectados pelo parasito, sem apresentar sinais clínicos por um longo período e transmitindo L. (L.) i. chagasi aos vetores. O diagnóstico laboratorial da leishmaniose pode ser feito por métodos diretos e indiretos, dentre os quais se destacam a pesquisa de parasitas em esfregaços de diferentes órgãos linfóides, a reação em cadeia pela polimerase (PCR), o cultivo in vitro do parasito e os métodos sorológicos como o ensaio imunoenzimático (ELISA) e a reação de imunofluorescência indireta (RIFI). A PCR tem alta sensibilidade e especificidade, dependendo da amostra de tecido utilizada. Amostras de medula óssea são mais sensíveis que de sangue total, entretanto a coleta de medula óssea é bem mais complexa. Alguns trabalhos mostram que a técnica não invasiva do swab conjuntival, na identificação por PCR de animais infectados por Leishmania sp, tem boa especificidade e sensibilidade, mas essa técnica ainda é pouco utilizada no diagnóstico de rotina. O projeto proposto pretende verificar e comparar o uso de amostras de swab conjuntival para a realização da PCR com a PCR de sangue total e RIFI e determinar a prevalência sorológica e molecular de animais positivos em Ilha Solteira-SP. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |