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Quimioterapia neoadjuvante baseada em platina em câncer de mama triplo-negativo: estudo fase II

Processo: 10/17863-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2011 - 31 de março de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Clínica
Pesquisador responsável:Vladmir Cláudio Cordeiro de Lima
Beneficiário:Vladmir Cláudio Cordeiro de Lima
Instituição-sede: Hospital A C Camargo. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados: Fabiana Baroni Alves Makdissi ; Fernando Augusto Soares ; Ludmilla Thomé Domingos Chinen ; Marcello Ferretti Fanelli ; Maria Do Socorro Maciel
Assunto(s):Neoplasias mamárias  Terapia neoadjuvante 

Resumo

O câncer de mama triplo-negativo está associado com comportamento clínico mais agressivo e pior sobrevida em relação aos outros subtipos (luminal A, luminal B e HER-2). Porém, já foi observado que pacientes com câncer de mama triplo-negativo que foram submetidas à quimioterapia neoadjuvante e que obtiveram resposta completa patológica (pRC) apresentavam sobrevida semelhante a dos outros grupos (luminal A, luminal B e HER-2). Vários estudos têm demonstrado altas taxas de resposta com a utilização de quimioterapia baseada em platina no tratamento do câncer de mama triplo-negativo, provavelmente pela presença de alterações nas vias de reparo de DNA determinadas pelo BRCA-1. Esperamos que a associação de carboplatina ao esquema de quimioterapia neoadjuvante considerado padrão atualmente, para tumores com alto risco de recidiva (regime contendo antraciclina e taxano), resulte em aumento da taxa de pRC e da sobrevida destas pacientes. A pesquisa de células tumorais circulantes foi aprovada pelo FDA para uso em pacientes com câncer de mama metastático e tem como uma característica importante a detecção precoce de progressão de doença, antes mesmo que esta se manifeste clinica ou radiograficamente. Não está comprovado ainda o benefício de se avaliar células tumorais circulantes em câncer de mama não metastático, mas esta poderia ser uma ferramenta útil, não invasiva e objetiva para avaliação precoce de resposta ao tratamento neoadjuvante. (AU)

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