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Petrologia e geoquímica de rochas máficas-sultramáficas em áreas selecionadas: implicações tectônicas e metalogenéticas

Processo: 11/50307-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de maio de 2011 - 30 de abril de 2014
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Pesquisador responsável:Vicente Antonio Vitorio Girardi
Beneficiário:Vicente Antonio Vitorio Girardi
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Petrologia estrutural  Rochas máficas  Geoquímica das rochas 
Publicação FAPESP:http://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/science_of_the_amazon_25_58_59.pdf

Resumo

Os alvos escolhidos no presente projeto abrangem três tipos de rochas máficas e ultramáficas: complexos máficos-ultramáficos, diques máficos e intrusivas associadas, e basaltos. Dentre os complexos máficos-ultramáficos dois foram selecionados: O Complexo ultramáfico alcalino de Planalto da Serra, no Craton Amazônico e o Complexo máfico-ultramáfico de Niquelândia, no Maciço de Goiás. O primeiro deles é pouco estudado, e características fundamentais, tais como idade, características químicas das fases minerais, químicas e isotópicas litológicas devem ser determinadas. O segundo é bem mais conhecido, porem persistem controvérsias relacionadas à estratigrafia, idade, evolução e contexto geotectônico. Os diques máficos e soleiras associadas a serem estudadas no Estado do Mato Grosso representam a continuidade do estudo desses corpos, cuja finalidade é através dos estudos petrológicos, geoquímicos e isotópicos, comparar tais características com as de outras intrusões similares Mesoproterozóicas na região SW do Craton Amazônico, para estudar a evolução do manto Proterozóico, e propiciar inferências no tocante à evolução tectônica. Serão também estudados os diques na região sul de Angola, na África, dos quais se conhece muito pouco em termos petrológicos e geoquímicos. O interesse nesse estudo reside principalmente na possibilidade de relação genética com intrusões similares na borda este do Craton do São Francisco. Derrames basálticos constituem o terceiro tipo litológico máfico escolhido. Dois são os alvos: Os basaltos da Bacia do Paraná têm sido objeto de numerosos trabalhos geoquímicos e isotópicos. Porém pesquisas utilizando a metodologia Re/Os são poucas, e face a isso pretende-se empregar o método nos diversos subgrupos no sentido de avançar na caracterização do manto Mesozóico e na compreensão dos processos mantélicos e dos possíveis modelos geodinâmicos responsáveis por sua origem. O derrame basáltico da região do Alto Diamantino, no Estado do Mato Grosso é totalmente carente de informações geoquímicas e isotópicas, e neste caso, a finalidade inicial é identificar a natureza do magmatismo, ou seja, se correlacionado com o vulcanismo da Bacia do Paraná ou com vulcanismo mais recente, Cretáceo, relacionado à Formação Paredão Grande. A partir disso estabelecer comparações geoquímicas e isotópicas pertinentes. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
COMIN-CHIARAMONTI, P.; GOMES, C. B.; DE MIN, A.; ERNESTO, M.; GASPARON, M. Magmatism along the high Paraguay River at the border of Brazil and Paraguay: A review and new constraints on emplacement ages. Journal of South American Earth Sciences, v. 58, n. SI, p. 72-81, MAR 2015. Citações Web of Science: 5.
GIOVANARDI, T.; GIRARDI, V. A. V.; CORREIA, C. T.; SINIGOI, S.; TASSINARI, C. C. G.; MAZZUCCHELLI, M. U-Pb zircon SHRIMP data from the Cana Brava layered complex: new constraints for the mafic-ultramafic intrusions of Northern Goias, Brazil. OPEN GEOSCIENCES, v. 7, n. 1, p. 197-206, JAN 2015. Citações Web of Science: 7.

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