| Processo: | 10/17645-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica |
| Pesquisador responsável: | Isabela Werneck da Cunha |
| Beneficiário: | Isabela Werneck da Cunha |
| Instituição Sede: | Hospital A C Camargo. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Neoplasias do colo uterino Citologia Esfregaço vaginal Papillomavirus |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ascus | Citologia cérvicovaginal | Papanicolao | Papiloma virus humano-HPV | Anatomia Patológica |
Resumo
O câncer de colo uterino é a terceira causa mais comum de neoplasia maligna do trato genital feminino e a segunda causa mais freqüente de câncer em mulheres em todo o mundo com aproximadamente 500 mil casos novos por ano. A incidência de câncer do colo do útero torna-se evidente na faixa etária de 20 a 29 anos, e o risco aumenta, rapidamente, até atingir seu pico na faixa etária de 45 a 49 anos. Dados laboratoriais e epidemiológicos suportam a conclusão de que o Papiloma Vírus Humano (HPV) é o agente etiológico envolvido na grande maioria dos casos de lesões epiteliais malignas e pré-malignas do colo uterino, sendo o DNA do vírus detectado em 95 a 100% dos casos. Entretanto, na maioria dos casos a infecção pelo HPV é transitória e não, necessariamente, produz lesões clinicamente significantes na mucosa cervical. A prevalência de câncer de colo uterino é baixa, comparado com a alta incidência de infecção pelo HPV. Com a implantação de programas de rastreamento do câncer de colo, a incidência de câncer cervical reduziu drasticamente, mas, em nenhuma população, esta estratégia foi capaz de eliminar o câncer do colo uterino. As causas da falha no controle do câncer do colo uterino envolvem desde a falha no comparecimento para a coleta sistemática por parte das mulheres, até erros na coleta, diagnóstico, conduta ou casos com comportamento biológico inesperado. A citologia cervicovaginal convencional tem limitações, especialmente, a baixa sensibilidade para detectar as lesões pré-malignas (50-75%). Além disto, a citologia cervicovaginal não é capaz de prever quais lesões pré-cancerosas serão clinicamente significantes. A situação onde o resultado do exame citológico é de significado indeterminado (ASC-US ou ASC-H) é de especial interesse pelo potencial risco de abrigar uma lesão clinicamente importante e pela dificuldade que causa na decisão clínica. Na rotina, os diagnósticos de ASC-US e ASC-H surgem porque alterações celulares associadas à inflamação, metaplasia escamosa imatura, atrofia ou pós-radioterapia podem simular as alterações citológicas observadas nas displasias de baixo grau ou alto grau. Essas situações necessitam de outros métodos para identificar as pacientes que apresentam ou evoluirão com lesões pré-neoplásicas. Desse modo, o objetivo deste estudo é avaliar a contribuição da complementação diagnóstica das citologias cervicovaginais com atipias de significado indeterminado com as análises morfométrica, imunocitoquímica e genotipagem viral do HPV. (AU)
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