| Processo: | 10/18370-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Luiz Paulo Kowalski |
| Beneficiário: | Luiz Paulo Kowalski |
| Instituição Sede: | Hospital A C Camargo. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Silvia Regina Rogatto |
| Assunto(s): | Oncologia Neoplasias da glândula tireoide Radioterapia Iodo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Braf | Carcinoma papilífero de tireóide | Extensão extra-tireoidiana | Microarranjo de oligonucleotídeos | Radioidoterapia | Recidiva | Oncologia |
Resumo
O carcinoma papilífero de tireóide é a neoplasia maligna endócrina mais frequente e de crescente incidência nas últimas décadas. O prognóstico é geralmente favorável, no entanto, a estratificação do risco de morte pela doença é fundamental para determinar a agressividade do tratamento e necessidades de monitoramento do paciente. Entre os fatores mais importantes utilizados para a determinação do risco de recidiva ou morte pela doença está a extensão extra-tireoidiana. Após a tireoidectomia, frequentemente é indicado o tratamento com iodo radioativo (131I), que facilita o acompanhamento pós-operatório e reduz os riscos de recidiva e morte relacionadas à doença. Neste estudo, será realizada a análise de oligoarrays de expressão em carcinomas papilíferos de tireóide com e sem extensão extra-tireoidiana, sendo os primeiros considerados como de maior agressividade. O objetivo dessa análise será a de identificar fatores essenciais para a progressão de tumores em estádios iniciais para mais agressivos. A prevalência de mutações comuns neste tipo de neoplasia (em RAS e BRAF) serão avaliadas de acordo com o status de extensão extra-tireoidiana. Também será avaliada a importância da participação da via de incorporação de iodo no processo de recidiva após terapia com 131I utilizando análise protéica por imunoistoquímica em uma plataforma de microarranjos de tecidos (TMA). Com a integração de dados clínicos e moleculares, serão elaborados algoritmos com o objetivo de predizer recidiva da doença. Os marcadores e modelos encontrados serão avaliados em grupos independentes de validação por análise da expressão transcricional e protéica. (AU)
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