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Respostas de fitorreguladores endógenos na fisiologia de plantas de diferentes espécies, cultivares e híbridos de citrus suscetíveis, tolerantes e resistentes a clorose variegada dos citros (CVC)

Processo: 01/02442-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2002 - 31 de dezembro de 2005
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:João Domingos Rodrigues
Beneficiário:João Domingos Rodrigues
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Controle fitossanitário  Fitopatologia  Clorose variegada dos citros  Xylella fastidiosa  Inoculação  Hibridação vegetal  Citricultura  Citrus  Porta-enxertos  Laranja  Tangerina  Lima  Limão  Citrus sinensis 

Resumo

Ocupando lugar de destaque na economia brasileira, a produção de frutos cítricos, principalmente a laranja, encontra-se ameaçada pelo surgimento, há pouco mais de uma década, da clorose variegada dos citros (CVC). A doença é causada pela bactéria Xylella fastidiosa, cuja ação tem limitado a produção nas principais zonas citrícolas do país, notadamente no estado de São Paulo. A bactéria é restrita aos elementos de vaso do xilema, onde possivelmente dificulta o transporte de seiva, levando ao surgimento de sintomas como clorose na face adaxial das folhas maduras, lesões nas folhas, redução no tamanho dos frutos e perda de vigor. A transmissão é feita por insetos vetores que se alimentam da seiva do xilema da planta. Sabe-se que os vegetais respondem à invasão de patógenos com alterações metabólicas e/ou estruturais, sendo conhecidos alguns distúrbios nos processos difusivos das plantas com CVC, além de tiloses descritas como primeiros sintomas anatômicos em videiras acometidas pela mesma bactéria. Sendo assim, o presente projeto tem por objetivos o desenvolvimento de 3 fases experimentais, avaliando, comparativamente, em plantas sadias e inoculadas com CVC, consideradas suscetíveis, tolerantes e resistentes, os níveis endógenos de Auxina (lAA), Giberelina (GA.), Citocinina (zeatina) e Etileno (Et), a partir da inoculação da doença (fase 1), quando submetidas à deficiência hídrica (fase 2) e diferentes temperaturas e umidade relativa (fase 3). Como suscetíveis à CVC, serão utilizadas as laranjeiras-doce (Citrus sinensis L. Osbeck, cultivares Pera Rio e Valência) e como resistentes, a limeira ácida (Citrus latifolia Tan. cv. Tahiti), a tangerineira (Citrus reticulata Blanco cv. Ponkã), além do híbrido tangor (Citrus reticulata Blanco x Citrus sinensis L. Osbeck) cultivar Murcote, que apresenta divergências na literatura científica quanto à sua resposta à resistência, tolerância ou suscetibilidade à CVc. O delineamento experimental adotado será o inteiramente ao acaso, variando-se os tratamentos e suas repetições para cada experimento. O porta-enxerto utilizado será o limoeiro 'Cravo' (Citrus limon L. Burm. f) para todas as espécies, cultivares e híbridos de copa. As plantas serão cultivadas em vasos de 100 l., conduzidas sob telado do tipo clarite, para evitar a presença de cigarrinhas vetoras da CVC. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
HABERMANN, GUSTAVO; RODRIGUES, JOAO DOMINGOS. Leaf gas exchange and fruit yield in sweet orange trees as affected by citrus variegated chlorosis and environmental conditions. Scientia Horticulturae, v. 122, n. 1, p. 69-76, SEP 1 2009. Citações Web of Science: 5.

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