| Processo: | 04/08851-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa Equipamentos Multiusuários |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2005 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2007 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Astronomia |
| Pesquisador responsável: | Ronaldo Eustaquio de Souza |
| Beneficiário: | Ronaldo Eustaquio de Souza |
| Instituição Sede: | Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Astronomia de posição Astrofísica estelar Mecânica celeste Instrumentação (astronomia) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Astrofisica Estelar | Astrofisica Extragalatica | Astronomia De Posicao | Instrumentacao | Mecanica Celeste |
| As informações de acesso ao Equipamento Multiusuário são de responsabilidade do Pesquisador responsável | |
| Página web do EMU: | Página do Equipamento Multiusuário não informada |
| Tipo de equipamento: | Tipo de Equipamento Multiusuário não informado |
| Fabricante: | Fabricante não informado |
| Modelo: | Modelo não informado |
Resumo
Esse tema faz a ligação entre a Cosmologia, desenvolvida no primeiro item, e a Galáxia, que aparece no item seguinte. Nosso objetivo é entender essa conexão, estudando diferentes tipos de objetos através de observações e simulações numéricas, que comparadas podem fornecer informações sobre a formação e evolução de galáxias, assim como sobre sua atividade. A evolução de galáxias pode ser entendida através da análise de grupos e aglomerados de galáxias, de galáxias em alto redshift, de sistemas em absorção de QSOs, de galáxias próximas e de objetos que forneçam a composição química de galáxias em diferentes épocas. Por outro lado, a atividade observada em galáxias está relacionada a presença de um buraco negro central e a formação de estrelas, cuja formação pode ser devida à presença de barras na galáxia hospedeira ou de sua interação com outras galáxias, assim como a possibilidade de acelerar raios cósmicos. Finalmente, um novo detector infravermelho deverá ser desenvolvido. (AU)
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