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Dinâmica do N na cultura do milho, em cultivo sucessivo com aveia preta, sob implantação do sistema plantio direto

Processo: 02/13585-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2003 - 30 de setembro de 2005
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Pesquisador responsável:Paulo Leonel Libardi
Beneficiário:Paulo Leonel Libardi
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Adubação  Nitrogênio  Fertilizantes nitrogenados  Latossolos  Milho  Aveia 

Resumo

O manejo de N em sistemas agrícolas deve considerar os riscos ao ambiente, uma vez que este nutriente está sujeito a elevadas perdas por erosão, lixiviação, desnitrificação e volatilização. Desta forma, o manejo ideal da adubação nitrogenada deve ser definido como sendo aquele que permite satisfazer a necessidade da cultura, mas com o mínimo de risco ao ambiente. Para tanto, é necessário que a recomendação da adubação nitrogenada seja a mais exata possível. O presente trabalho foi desenvolvido na área experimental da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz - USP, localizada no município de Piracicaba/SP, em solo latossolo vermelho amarelo, álico, A moderado, textura areno argiloso, (Typic Hapludox). O experimento teve como objetivo estudar a dinâmica do N no sistema solo-planta da cultura do milho (Zea mays L), fertilizado com 15N, em sucessão à aveia preta, sob implantação do sistema plantio direto e, pela técnica do 15N, avaliar especificamente a lixiviação de nitrato (total e proveniente do fertilizante) à profundidade de 0,80 m, a eficiência de utilização do N pelas culturas e o efeito residual do fertilizante. O projeto constou de dois ensaios de milho, sendo o primeiro no ano agrícola 2003/2004 e o segundo em 2004/2005 e na entressafra foi cultivada a aveia preta. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados em um esquema fatorial (3x2), incompleto, com 4 repetições. Os tratamentos constaram de doses de nitrogênio, na forma de sulfato de amônio (60, 120 e 180 kg ha-1 de N) e uma testemunha, além dos parcelamentos (30 kg ha-1 de N na semeadura e o restante em cobertura, no estádio de 6 a 8 folhas; 60 kg ha-1 de N na semeadura e o restante em cobertura, no estádio de 6 a 8 folhas). A aplicação de sulfato de amônio, na dose de 120 kg ha-1 de N, enriquecido com 15N foi feita em subparcelas, previamente definidas, apenas no primeiro cultivo do milho (safra 2003/04)... (AU)