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EMU: aquisição de ultracentrífuga para equipar o Centro de Pesquisa em Virologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP)

Processo: 09/54215-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa Equipamentos Multiusuários
Vigência: 01 de agosto de 2010 - 31 de julho de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Luiz Tadeu Moraes Figueiredo
Beneficiário:Luiz Tadeu Moraes Figueiredo
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Virologia  Arbovirus  Hantavirus  Vírus da dengue  Centrífugas 
Publicação FAPESP:https://media.fapesp.br/bv/uploads/publicacoes/emu_saude_61.pdf
As informações de acesso ao Equipamento Multiusuário são de responsabilidade do Pesquisador responsável
Página web do EMU: Página do Equipamento Multiusuário não informada
Tipo de equipamento: Tipo de Equipamento Multiusuário não informado
Fabricante: Fabricante não informado
Modelo: Modelo não informado

Resumo

O Centro de Pesquisa em Virologia da FMRP-USP é sede de vários projetos de pesquisa na área de Virologia. Aqui, num prédio dedicado somente à Virologia, desenvolvem pesquisa cinco líderes de Grupos de Pesquisa, vários pós-doutorandos e dezenas de alunos de pós-graduação e de iniciação científica, além de técnicos de laboratório, bolsistas de auxílio técnico e estagiários. Os estudos aqui realizados versam sobre vários vírus diferentes, com ênfase em vírus emergentes e vírus transmitidos por artrópodes e roedores, mas também vírus respiratórios e aqueles causadores de infecções congênitas. Frequentemente torna-se necessária a preparação de vírus purificados por meio de ultra-centrifugação, tornando necessário, por um requisito básico de biossegurança, que exista no prédio uma ultracentrífuga. Conquanto sempre contemos com apoio de colegas de outro prédio (que fica a cerca de 600m) onde há uma ultracentrífuga para fazer gradientes dos vírus que podem ser manuseados sem requisitos especiais de biossegurança, o procedimento em si é propenso à geração de aerossóis e pode acarretar exposição desnecessária de pessoas. Além disso, alguns vírus essenciais ao trabalho aqui realizados simplesmente não podem ser transportados para fora das instalações do CPV. Em adição, a inexistência do equipamento num raio de cerca de 600 metros do prédio do CPV frequentemente torna necessário transportar gradientes de purificação de vírus entre prédios, a céu aberto, o que além de ser inadequado, frequentemente resulta em turbilhonamento e desmanche de gradientes obtidos após horas de ultra-centrifugação. Portanto, por várias razões, dentre elas destacando-se a questão da biossegurança, torna-se necessário que o CPV disponha de uma ultracentrífuga dedicada a trabalho com vírus. (AU)

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