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EMU: fluorimetria e citofluorimetria em pesquisa de doenças transmissíveis

Processo: 09/54219-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa Equipamentos Multiusuários
Vigência: 01 de outubro de 2010 - 31 de dezembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Heitor Franco de Andrade Junior
Beneficiário:Heitor Franco de Andrade Junior
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Doenças transmissíveis  Vírus  Parasitos  Citometria de fluxo  Espectrometria de fluorescência 
Publicação FAPESP:http://media.fapesp.br/bv/uploads/publicacoes/emu_saude_51.pdf
As informações de acesso ao Equipamento Multiusuário são de responsabilidade do Pesquisador responsável
Página web do EMU: Página do Equipamento Multiusuário não informada
Tipo de equipamento: Tipo de Equipamento Multiusuário não informado
Fabricante: Fabricante não informado
Modelo: Modelo não informado

Resumo

Vários grupos na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), nos Laboratórios de Investigação Médica do Hospital das Clínicas (LIM/HC)-FMUSP e no Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMTSP)-USP tem se devotado ao estudo e controle das doenças transmissíveis. Estamos envolvidos principalmente na pesquisa de doenças transmissíveis, em todos os seus aspectos, com vários laboratórios bem equipados em técnicas moleculares convencionais, celulares, abordagens imunopatogênicas ou imunodiagnósticas. Técnicas modernas de detecção por sistemas de fluorescência, como citometria de fluxo, luminescência ou outras espectrofluorimétricas, são usadas esporadicamente em associação com outros grupos da USP. Vários problemas tem nos colocado na situação de uso restrito desses recursos até o momento. Uma das questões sérias é o de alegada biossegurança e contaminação de aparelhos que se soma à questão de agendamento em sistemas multiusuários congestionados. Isto tem levado a uma restrição à evolução de projetos extremamente promissores na área que vem sendo pautado muitas vezes nos recursos de biologia molecular, sem chegar à demonstração de expressão de moléculas respectivas. Este é o quadro atual que pauta este pedido de EMU à FAPESP. A criação de uma facilidade multiusuário em técnicas avançadas de fluorescência, a saber, espectrofluorimetria e citometria de fluxo, permitirá a ampliação do arsenal tecnológico dos pesquisadores em moléstias transmissíveis em novas áreas tecnológicas, na linha de frente da ciência mundial. Esta facilidade teria operação constante de captação de dados e formação de pessoal, com um grupo de equipamentos parcialmente superponíveis, com operação constante, indispensável num mundo de pesquisa competitiva e publicações rápidas. Existe área de 15 m2, com antessala, no prédio do IMTSP onde existem 10 laboratórios ativos na pesquisa de doenças transmissíveis, com funcionário parcialmente treinado. Os equipamentos solicitados são: a) 01 citômetro de fluxo de alto desempenho, com 3 lasers e 10 cores, para os estudos de marcadores celulares, elementos das vias de sinalização intracelular, marcadores de morte celular, proliferação celular, citocinas e quimiocinas, interação patógenos-célula hospedeira, com possibilidade de análise simultânea desses diversos parâmetros. Além disso, é cada vez mais importante o desenvolvimento de testes multiplex para diagnóstico das doenças negligenciadas, por exemplo, para uso em bancos de sangue e outros testes para controle vacinal; b) 01 citômetro de fluxo de um laser e 04 cores, para ensaios repetitivos como os de quantificação de patógenos diversos em grande quantidade de amostras associada um número restrito de parâmetros, e c) 01 espectrofluôrimetro de multiplacas, com capacidade para placas de 384 poços, para uma análise inicial de expressão, por exemplo, de elementos das vias intracelulares de ativação, marcadores de morte celular onde não haja necessidade de separação na análise de uma subpopulação celular por estar trabalhando com linhagem celular ou população definida. Além disso, é uma ferramenta sensível e de utilização simples para controle de qualidade de reagentes. Esta facilidade permite desde abordagens de célula isolada e com múltiplas cores, até ensaios mais grosseiros de fluorimetria coletiva de células, permitindo uma operação sensata de reações e um maior rendimento e economia. (AU)