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EMU: avaliação da microarquitetura óssea trabecular e cortical, por microtomografia computadorizada (MicroCT) de alta resolução em idosos da comunidade, em crianças com doenças imune-inflamatórias e em modelos experimentais de doenças ósseas

Processo: 09/54200-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Programa Equipamentos Multiusuários
Vigência: 01 de agosto de 2010 - 31 de julho de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Rosa Maria Rodrigues Pereira
Beneficiário:Rosa Maria Rodrigues Pereira
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Doenças ósseas  Densidade óssea  Osteoporose  Fraturas  Histomorfometria óssea 
Publicação FAPESP:http://media.fapesp.br/bv/uploads/publicacoes/emu_saude_85.pdf
As informações de acesso ao Equipamento Multiusuário são de responsabilidade do Pesquisador responsável
Página web do EMU: Página do Equipamento Multiusuário não informada
Tipo de equipamento: Tipo de Equipamento Multiusuário não informado
Fabricante: Fabricante não informado
Modelo: Modelo não informado

Resumo

A osteoporose e sua principal consequência, a fratura, é um problema mundial de saúde pública, em parte devido ao aumento significativo do número de pessoas com idade maior que 65 anos. A densidade mineral óssea obtida pela densitometria, ainda é o hoje o padrão ouro para o diagnóstico desta patologia. No entanto a mesma não é a medida ideal para predizer o risco de fratura e a resposta a terapêutica. A MicroCT (micro tomografia computadorizada) é um equipamento que visa obter a microarquitetura óssea em 3D, sem a necessidade de biópsia óssea. Os parâmetros obtidos com este equipamento seriam: número de trabéculas, separação de trabéculas, espessura trabecular, relação de volume ósseo e volume total, porosidade cortical, espessura cortical, etc. Estes parâmetros em 3D ajudam a avaliar a macro e micro estrutura óssea, a biomecânica não detectados pela densitometria e até mesmo pela histomorfometria óssea (esta última devido a uma quantidade limitada de tecido). Deste modo a MicroCT permite entender melhor o mecanismo de fratura. A proposta desse trabalho envolve, portanto, a avaliação da incidência de fratura de uma população de 1016 idosos da comunidade do Butantã que fizeram parte do estudo inicial que recebeu auxílio FAPESP finalizado em julho de 2009 e do qual resultou até o momento duas publicações internacionais em revista com bom impacto (>2). Essa metodologia também será utilizada para avaliação da saúde óssea em crianças com doenças imuno-inflamatórias que foram submetidas ao tratamento com glicocorticóides. O equipamento, também vai ser útil para determinação comprometimento ósseo dos camundongos submetidos ao protocolo de condicionamento físico e que foram, também, expostos a indução de inflamação pulmonar alérgica crônica por administração de ovoalbumina ou indução de doença pulmonar obstrutiva crônica, por administração de elastase ou exposição à fumaça de cigarro e em outro modelo experimental em animais com doença óssea secundária a insuficiência renal. (AU)