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Efeito de atmosfera controlada no crescimento de Monilinia fructicola e na conservação pós-colheita de pêssegos 'Aurora 1'

Processo: 10/20514-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2012 - 31 de janeiro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Ben-Hur Mattiuz
Beneficiário:Ben-Hur Mattiuz
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Pós-colheita 

Resumo

O pessegueiro vem se tornando uma cultura de grande expressão para regiões de inverno menos rigoroso, está deixando de ser tratada como uma alternativa e vem se mostrando uma cultura viável economicamente, como já está acontecendo no interior de São Paulo, na região de Jaboticabal, com a utilização da cultivar Aurora 1. O crescimento da produção de pêssegos tropicais ainda esbarra na falta de tecnologia de conservação pós-colheita. Aliado à falta tecnologia tem-se outro grande problema, a incidência de doença, com destaque as causadas por Monilinia frutícola e Rhizopus spp. Tecnologias utilizadas para o armazenamento por longos períodos, como o controle da atmosfera, que têm sido estudados para pêssegos cultivados em regiões tradicionais no Brasil, ainda não foram testas em pêssegos de cultivos tropicais, bem como sua utilização no controle de doenças. Assim este trabalho tem como objetivo geral estabelecer no Laboratório de Tecnologias dos Produtos Agrícolas da FCAV - UNESP o uso de atmosfera controlada no controle de doenças pós-colheita, bem com a utilização da mesma, para ampliar a vida de prateleira do pêssego da cultivar 'Aurora 1', armazenados a 12 ºC. Os objetivos específicos serão: 1) Avaliar a influência da atmosfera controlada com distintas concentrações de oxigênio e de dióxido de carbono, isoladamente, no controle in vitro e in vivo de Monilinia fructicola.; 2) Verificar o comportamento fisiológico e químico dos pêssegos 'Aurora 1' quando submetidos às atmosferas com diferentes concentrações de oxigênio, de dióxido de carbono; 3) Avaliar a exposição de pêssegos 'Aurora 1' inoculados com M. fructicola e não inoculados, quando expostos a diferentes tempos e concentrações de óxido nitroso, antes do armazenamento, afim de estudar seu efeito fungistático. (AU)