| Processo: | 11/00535-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2013 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia Sanitária - Tratamentos de Águas de Abastecimento e Residuárias |
| Pesquisador responsável: | Marcos Roberto de Vasconcelos Lanza |
| Beneficiário: | Marcos Roberto de Vasconcelos Lanza |
| Instituição Sede: | Instituto de Química de São Carlos (IQSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Carlos |
| Pesquisadores associados: | André Augusto Gutierres Fernandes Beati ; Robson da Silva Rocha |
| Assunto(s): | Tratamento de águas residuárias Técnicas eletroquímicas Corantes Peróxido de hidrogênio |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Degradeção Eletroquímica de Corantes Alimentícios | Eletroquímica Ambiental | Eletroquímica Aplicada | Peróxido de Hidrogênio Eletrogerado | Reatores Eletroquímicos | Tratamento eletroquímico de efluentes | Técnicas Avançadas de Tratamento de Efluentes |
Resumo
A poluição no meio aquático se caracteriza pelo lançamento ou infiltração de substâncias nocivas na água. As atividades agrícolas, industriais, mineradoras e os esgotos são as principais fontes causadoras desse tipo de poluição. Compostos orgânicos como pigmentos e corantes causam diversos problemas por sua presença indevida no meio ambiente. Estes compostos apresentam uma grande variedade de cores e estruturas químicas cada vez mais resistentes à degradação. Este trabalho apresenta como foco a aplicação de diversas tecnologias de POA (Processos Oxidativos Avançados) utilizados de forma conjugada aos processos eletroquímicos, este último por meio da oxidação usando eletrodos do tipo ânodos dimensionalmente estáveis (DSA®) comerciais, que são conhecidos por suas excelentes propriedades eletrocatalíticas e estabilidade; e/ou pelo tratamento eletroquímico indireto, eletrogerando peróxido de hidrogênio pela redução de oxigênio em eletrodos de difusão gasosa (EDG) produzidos com pigmentos grafíticos condutores e modificados pela adição de catalisadores orgânicos redox insolúveis (quinonas) para degradar corantes alimentícios da classe azo e trifenilmetano consequentemente, Amaranto (Vermelho), Tartrazina (Amarelo), Azul Brilhante FCF e Verde Rápido que atuam como contaminantes da biota aquática. Neste contexto, os POA conjugados aos processos eletroquímicos apresentam-se como uma alternativa viável de tratamento para águas contaminadas com compostos orgânicos, pois devido ao alto potencial de mineralização dos poluentes orgânicos, levam à formação de dióxido de carbono, água e ânions inorgânicos, ou seja, minimizam qualquer formação de resíduos. A eficiência do processo de descontaminação será avaliada pelas concentrações iniciais e finais dos corantes. As técnicas analíticas empregadas para quantificação dos compostos serão a cromatografia gasosa acoplada ao espectrômetro de massas e a medida de concentração de carbono orgânico dissolvido. (AU)
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