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Efeito do treinamento físico em portadores de marcapasso

Processo: 11/07132-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2011 - 30 de junho de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Martino Martinelli Filho
Beneficiário:Martino Martinelli Filho
Instituição-sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados: Anísio Alexandre Andrade Pedrosa ; Carlos Eduardo Negrão ; Giselle de Lima Peixoto ; Maria Urbana Pinto Brandão Rondon ; Ricardo Alkmim Teixeira ; Sérgio Freitas de Siqueira ; Silvana Angelina D'Orio Nishioka ; Thaís Simões Nobre Pires Santos
Assunto(s):Cardiologia 

Resumo

Os benefícios relatados após implante de marcapasso vão desde melhora dos sintomas e da qualidade de vida, até incremento de parâmetros hemodinâmicos como fração de ejeção. Testes ergoespirométricos em pacientes idosos antes e após o implante de marcapasso evidenciaram melhora da capacidade cardiopulmonar e débito cardíaco uma semana após o implante, concluindo que pacientes idosos com bradicardia obtiveram vantagem com o implante do marcapasso. O implante do dispositivo e o estigma de se tornar um cardiopata, atua como fator limitante nas atividades físicas desses pacientes. A inatividade física apresenta uma relação direta com o maior risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Por ser uma forma fácil e acessível, o exercício aeróbico é o mais indicado e aceito, além de ser o tipo de exercício que comprovadamente promove prevenção e melhora de doenças cardiovasculares, ao envolver grandes massas musculares, movimentadas de forma cíclica. Objetivo primário: Avaliar o efeito do exercício sobre a qualidade de vida e capacidade funcional em portadores de marcapasso, sem disfunção ventricular. Objetivo secundário: Comparar os efeitos do exercício físico supervisionado com não supervisionado em portadores de marcapasso, sem disfunção ventricular. Variáveis desfechos: escore de qualidade de vida; consumo máximo de oxigênio; nível de atividade física. Métodos: estudo prospectivo, consecutivo, randomizado com grupo-controle. Serão estudados pacientes portadores de marcapasso, selecionados mediante avaliação clínica na Unidade de Estimulação Cardíaca do InCor e submetidos às seguintes avaliações: avaliação clínica, questionário do nível de atividade física, questionário de qualidade de vida e teste ergoespirométrico. Os pacientes serão randomizados da seguinte forma:1. Treinamento supervisionado 2. Treinamento não supervisionado 3. Controle. Após quatro meses de seguimento os pacientes serão submetidos à nova avaliação. A hipótese levantada é que os portadores de marcapasso terão benefícios adicionais com o treinamento físico. (AU)

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