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Indigo, Isatina e Lupeol no processo inflamatório: modulação de citocinas, quimiocinas e fator de transcrição nuclear

Resumo

Inflamação é uma resposta adaptativa desencadeada por estímulos nocivos, infecções e lesões teciduais. Uma cascata de distintos mediadores coordena as reações inflamatórias; drogas anti-inflamatórias não esteroidais (DAINES) inibem a síntese de prostaglandinas (PG), um dos mais importantes mediadores do processo. As DAINES são as principais linhas de frente para o tratamento das inflamações; elas atuam suprimindo dor, edema e aumento do fluxo sanguíneo associado à inflamação. No entanto, DAINES têm pequena participação sobre o progresso real da doença e por reduzirem a síntese de PG apresentam efeitos colaterais como úlcera gástrica e eventos trombóticos. Nesse contexto, a busca por alternativas para o tratamento da inflamação continua sendo importante dada a necessidade de medicamentos anti-inflamatórios eficazes com menos efeitos colaterais. Plantas medicinais são promissoras já que a biodiversidade vegetal é fonte de moléculas biologicamente ativas; dentre estas se destacam alcalóides e terpenos, já relatados com potencial anti-inflamatório e analgésico. Assim, o objetivo desse projeto é avaliar essas aplicações, bem como os mecanismos de ação envolvidos nas atividades, dos alcalóides índigo e isatina obtidos da Indigofera truxillensis (Leguminosae), e do triterpeno lupeol obtido de Vernonia polyanthes. (AU)