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Avaliação comparativa do desempenho dos motoristas idosos versus motoristas adultos

Processo: 11/50354-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2011 - 30 de junho de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Julia Maria D'Andrea Greve
Beneficiário:Julia Maria D'Andrea Greve
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Envelhecimento da população  Motoristas  Acidentes de trânsito  Cognição  Força muscular 

Resumo

Com a elevação da expectativa de vida, é cada vez maior o número de condutores com idade elevada circulando pelas ruas do Brasil. De forma geral, os estudiosos afirmam que, enquanto as maiorias dos motoristas jovens se envolvem em acidentes por seu comportamento - ousadia, bebida, excesso de velocidade, desobediência consciente das regras de trânsito com os idosos as causas, em geral, tem a ver com seu desempenho físico e cognitivo. Conduzir um automóvel exige habilidades físicas, como mobilidade, visão e audição, bem como as habilidades cognitivas necessárias para integrar e responder adequadamente as várias situações rápidas e transitórias impostas no transito. A perda destas habilidades devido à idade a maioria das vezes não são percebidas pelos motoristas. Portanto é essencial identificar e delinear estratégias para melhor avaliar o desempenho de condução de veículos em idosos a fim de diminuir situação de risco. O simulador de direção tem se mostrado uma ferramenta útil para avaliações e reabilitações de idosos, tem a vantagem de criar situações de condução que praticamente não poderia ser reproduzido eticamente no ambiente real, permitindo assim uma forma segura e econômica dos testes habilidades de condução. Desta forma, o presente estudo tem como objetivo avaliar do desempenho de condutores idosos comparando com um grupo de motoristas adultos a fim de identificar riscos de acidentes no trânsito. Será realizado um estudo descritivo transversal, observacional, sem intervenção terapêutica. Os voluntários responderão aos questionários sobre dados pessoais, sócio-demo gráfico, histórico da direção e saúde e realizarão as seguintes avaliações clínicas: avaliação da força no dinamômetro isocinético de dorsiflexão e flexão plantar de tornozelo a 300/s, força de preensão paImar e realizarão uma avaliação no simulador de direção a fim de verificar o tempo de reação e condições de dirigibilidade (compreensão da regras e dos sinais de transito e a velocidade). (AU)

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