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Uso da cardiografia por impedância transtorácica para promover melhora clínico-funcional em pacientes submetidos à terapia de ressincronização cardíaca

Processo: 11/06881-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2011 - 31 de julho de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Martino Martinelli Filho
Beneficiário:Martino Martinelli Filho
Instituição-sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados: Anísio Alexandre Andrade Pedrosa ; Giselle de Lima Peixoto ; Ricardo Alkmim Teixeira ; Sérgio Freitas de Siqueira ; Silvana Angelina D'Orio Nishioka ; Thacila Regina Mozzaquatro
Assunto(s):Cardiologia 

Resumo

Pacientes com Insuficiência Cardíaca (IC) refratária ao tratamento convencional têm sido beneficiados pelo uso do Ressincronizador Cardíaco (RC), um dispositivo eletrônico com a capacidade funcional de um marcapasso de última geração e que também promove a sincronização dos ventrículos. Após comprovação de eficácia por evidências científicas consistentes, atualmente, nos deparamos com as dificuldades e custos da otimização do RC que consiste no ajuste dos intervalos eletrônicos átrioventricular (IAV) e interventricular (IVV). Isto porque, a terapia de ressincronização cardíaca (TRC) ainda apresenta elevada taxa de não respondedores e não conta com metodologia confiável e eficiente para a otimização de resultados. A cardiografia por impedância transtorácica (Cardio Z) pode ser uma alternativa promissora para essa otimização. Este estudo será composto de 2 protocolos. Protocolo A: 150 pacientes submetidos à TRC há pelo menos 3 meses ( grupo I = respondedores à TRC e grupo II = não respondedores à TRC). Para o grupo I não haverá intervenção e para o grupo II serão realizados ajustes do IAV e IVV, orientados pela Cardio Z. Protocolo B: pacientes consecutivos com indicação de TRC. Após implante, os pacientes serão randomizados para otimização da programação (IAV e IVV) pelo ecocardiograma transtorácico (grupo I), pela Cardio Z (grupo II) ou não serão otimizados (grupo III). Os objetivos são: Protocolo A: 1. Avaliar o impacto da otimização eletrônica do RC pela Cardio Z em pacientes não respondedores à TRC. 2. Comparar a programação eletrônica do RC dos respondedores à TRC com a programação dos não respondedores, proposta pela Cardio Z. 3. Avaliar as modificações funcionais dos pacientes otimizados pela Cardio Z. Protocolo B: 1. Comparar a taxa de respondedores à TRC otimizados por Cardio Z com a otimização pela Ecocardiografia. 2. Avaliar o impacto dos métodos de otimização da programação sobre a taxa de internação hospitalar por IC. Desta forma, poderemos avaliar o impacto da otimização da programação de RC pela Cardio Z, na rotina diária. (AU)

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