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Fenologia e sazonalidade de recursos para polinizadores e dispersores

Processo: 95/09626-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores
Vigência: 01 de abril de 1998 - 31 de julho de 2003
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Leonor Patricia Cerdeira Morellato
Beneficiário:Leonor Patricia Cerdeira Morellato
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro, SP, Brasil
Auxílios(s) vinculado(s):01/09096-3 - A new rain-operated seed dispersal mechanism in Bertolonia mosenii (Melastomataceae), a neotropical rainforest herb, PUB.ART
Bolsa(s) vinculada(s):01/09575-9 - Fenologia de espécies arbóreas em um fragmento de floresta semidecídua no Estado de São Paulo, BP.IC
98/11185-0 - Dispersão de sementes de Myrtaceae na Mata Atlântica: o papel dos agentes dispersores e da filogenia na evolução das síndromes de dispersão, BP.PD
Assunto(s):Fenologia  Polinização  Sazonalidade  Florestas tropicais  Interação planta-inseto 
Publicação FAPESP:http://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/Investindo...pesquisadores_138_129_129.pdf

Resumo

A informação fenológica de ambientes tropicais pode ser usada no estudo de interações planta-animal que afetam a polinização, dispersão e predação de sementes. Estas interações são de fundamental importância para a reprodução das plantas e, de forma recíproca, para os animais que as utilizam como alimento. Padrões fenológicos gerais podem ser separados em padrões menores que reflitam a oferta de tipos específicos de recursos como pólen, néctar, e frutos/sementes, revelando sub padrões de atividade fenológica e mostrando como diferentes tipos de recursos estão organizados (estruturados) em um determinado ambiente tropical. O presente projeto tem como objetivo geral o estudo da fenologia, sazonalidade de recursos e sua relação com os modos de polinização e dispersão de espécies da Floresta Atlântica. Como objetivos específicos, pretendemos: 1) estudar os padrões fenológicos (floração, frutificação, queda de folhas, brotamento) de espécies de diferentes tipos de vegetação atlântica; 2) estudar os padrões de frutificação e dispersão de sementes, a dieta dos principais vertebrados frugívoros da Floresta Atlântica, as características das espécies de frutos consumidas e sua disponibilidade ao longo do ano; 3) estudar os padrões de floração e a ecologia da polinização de algumas espécies ou grupos de espécies de Floresta Atlântica e seus polinizadores específicos; 4) formar um banco de dados fenológicos para espécies arbóreas de florestas do sudeste do Brasil. Os estudos desenvolvidos permitirão delinear padrões fenológicos e de sazonalidade de recursos em florestas do sudeste do Brasil. (AU)

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