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Efeito da sensibilização à ação da insulina pelo exercício sobre as respostas pressórica, simpática e vasodilatadora a infusão de insulina pós-exercício

Processo: 00/09114-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2000 - 30 de novembro de 2002
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia
Pesquisador responsável:Decio Mion Junior
Beneficiário:Decio Mion Junior
Instituição-sede: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Exercício físico  Fluxo sanguíneo  Pressão sanguínea  Hiperinsulinismo 

Resumo

Em um estudo anterior, verificamos que uma sessão de exercício físico, que não modifica a sensibilidade à insulina, amplifica a resposta simpática à hiperinsulinemia, sem alterar a resposta pressórica e de fluxo sangüíneo. Entretanto, neste estudo não houve exacerbação da resposta simpática à infusão de insulina em 4 indivíduos, que aumentaram a sensibilidade à insulina após o exercício. No entanto, como esses resultados foram observados em pequeno número de indivíduos, a presente investigação terá por objetivo verificar o efeito da sensibilização à insulina provocada pelo exercício físico sobre as respostas pressóricas, simpática e do fluxo sangüíneo à infusão de insulina pós-exercício. Para tanto, serão estudados homens saudáveis de 20 a 50 anos, que não sejam atletas e não tomem nenhum tipo de medicamento. Esses voluntários, após avaliação inicial (teste de tolerância à carga oral de glicose, hipercolesterolemia e hipertrigliceridemia e teste ergoespirométrico), serão submetidos em ordem aleatória e, com intervalo mínimo de 1 mês, a dois camplementos euglicêmicos /hiperinsulinêmicos, realizados após 45 minutos de exercício (cicloergômetro; 50% do VO2 max) ou de repouso. Antes (10 min.) e durante a infusão de insulina (campleamento euglicêmico/hiperinsulinêmico) serão realizadas medidas de pressão arterial (monitor automático oscilométrico), da freqüência cardíaca (eletrocardiograma), da atividade nervosa simpática muscular (microneurografia no nervo peroneiro) e do fluxo sangüíneo do antebraço (pletismografia). Os indivíduos serão posteriormente divididos em 2 grupos, os que aumentam e os que não aumentam a sensibilidade à insulina com o exercício. Entre esses dois grupos serão comparadas as diferenças das respostas à infusão de insulina nas sessões controle e experimental. (AU)

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