Busca avançada
Ano de início
Entree

Produção de cianotoxinas (microcistinas) e sua detecção em reservatórios de água

Processo: 97/13242-8
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores
Vigência: 01 de setembro de 1998 - 31 de agosto de 2002
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:David Henry Moon
Beneficiário:David Henry Moon
Instituição-sede: Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):00/09111-0 - Detecção de microcistina através de inibição de fosfatase de proteína (tipo I) em condições controladas de crescimento de cianobactérias e aplicação em amostras ambientais de água, BP.MS
98/04917-4 - Produção de cianotoxinas (microcistina) e sua detecção em reservatórios de água, BP.JP
Assunto(s):Reservatórios  Água  Toxinas bacterianas  Reação em cadeia por polimerase (PCR) 
Publicação FAPESP:http://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/Investindo...pesquisadores_574_378_378.pdf

Resumo

A contaminação de águas destinadas ao consumo humano com cianotoxinas é um problema mundial e vem aumentando devido à poluição ambiental. A produção dessas toxinas ocorre durante a floração de algumas espécies de cianobactérias e elas podem ser fatais para animais e humanos. Análises de rotina para detectar essas toxinas na água ainda não são realizadas no Brasil devido à falta de uma metodologia adequada. O presente projeto de pesquisa visa desenvolver uma técnica molecular para identificar a produção de microcistinas utilizando DNA extraído diretamente dos microrganismos presentes na água de reservatórios. Para tanto, as cianobactérias presentes nas florações serão isoladas, identificadas a após a obtenção de culturas axênicas análises moleculares serão feitas para identificar sequências homólogas de genes de peptídeo sintetases utilizando PCR. Estes fragmentos serão clonados e sequenciados visando encontrar primers específicos para detectar esses genes em amostras ambientais. Esse método será comparado com outro a ser também desenvolvido, ou seja, a produção de anticorpos específicos contra microcistina (MC-LR) para utilização em ELISA. Essas microcistinas produzidas pelas culturas isoladas serão determinadas utilizando cromatografia líquida de alta resolução (sistema AKTA da Pharmacia) na tentativa de identificar novas microcistinas a serem caracterizadas posteriormente. Os fatores ambientais que induzem a produção dessas toxinas durante as florações de cianobactérias também serão estudados através das análises dos parâmetros físico-químicos desses reservatórios de água, cujos resultados serão correlacionados com a ocorrência das florações. As condições ambientais encontradas no início da floração serão simuladas em um fermentador para se estudar a biologia da produção de microcistina, sua indução e possível controle. (AU)