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Avaliação do efeito cardioprotetor de extrato de soja biotransformado por fungos em cultura de células endoteliais humanas

Resumo

As mulheres, na fase reprodutiva apresentam menor incidência de doenças cardiovasculares em relação aos homens de mesma idade. Vantagem essa que desaparece na pós-menopausa, sugerindo que os hormônios sexuais femininos exercem algum efeito cardioprotetor. Um dos mecanismos propostos para explicar esta proteção é o fato dos estrógenos promoverem a produção de importantes fatores vasoativos, tais como: oxido nítrico e prostaglandina, potentes vasodilatadores e por inibirem a liberação de endotelina, um vasoconstrictor. A ação estrogênica dos hormônios ovarianos é também marcante por retardar a formação de placas ateroscleróticas, atuando como vasoprotetor, inibindo a expressão das moléculas de adesão, VCAM-1, ICAM-1 e e-selectina, moléculas estas que atuma na adesão, rolamento, ativação e migração transendotelial dos leucócitos. Os riscos apontados pela terapia extroprogestiva para combater os efeitos indesejáveis da menopausa levaram a ciência a procurar terapias alternativas. Com esse propósito, apontamos os citoestrógenos, principalmente os extraídos da soja, por apresentarem ação estrogênica em nível vascular, conferindo proteção cardíaca à mulher na pós-menopausa. Neste projeto pretendemos avaliar uma preparação de soja biotransformada pelo fungo Aspergillus awamori, visto que tal preparação demonstrou ter potente ação anti-oxidante. Para este modelo, escolhemos células endoteliais de cordão umbilical humano, onde pretendemos quantificar o potencial anti-aterogênico e cardioprotetor dessa preparação frente a fatores vasoativos do endotélio, moléculas de expressão, bem como seu potencial antioxidante. (AU)

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