Busca avançada
Ano de início
Entree

Influence of an internal magnetar on a supernova remnant expansion

Processo: 05/03022-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de outubro de 2005 - 31 de março de 2006
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astrofísica Estelar
Pesquisador responsável:Jorge Ernesto Horvath
Beneficiário:Jorge Ernesto Horvath
Instituição-sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil

Resumo

A maior parte das associações entre magnetares e remanescentes de supernova sofre de "problemas de idade". Geralmente as idades dos remanescentes são determinadas utilizando alguma aproximação para a fase de Sedov-Taylor da expansão da supernova, a qual resulta numa relação entre o raio e a idade para uma energia fixa (geralmente suposta 10 {51} ergs). Essas idades não coincidem em geral com as idades caraterísticas dos magnetares propostos na associação. Mostramos neste trabalho que uma expansão mais rápida resulta da injeção de energia no remanescente devida ao freado do magnetar, ajudando assim a melhorar o acordo entre a idade caraterística e a idade do remanescente. Porém, as velocidades dos magnetares inferidas das observações inviabilizariam as associações se fossem corretas. Desde que a idade caraterística pode não ser um bom indicador da idade real, sua influência na verossimilitude da associação pode não ser tão importante assim. Neste trabalho realizamos algumas simulações numéricas simples da expansão modificada pelos magnetares internos e as aplicamos à amostra disponível de objetos. Um período inicial curto, o qual acredita-se ser importante para a geração do campo magnético do magnetar, resulta ser muito relevante para a expansão modificada do remanescente. Finalmente analisamos uma a uma todas as associações propostas de acordo com esta perspectiva. Consideramos também energias de explosão maiores e re-avaliamos a questão da idade caraterística, para concluir que 50% das associações pode ser real, desde que os SGRs e AXPs sejam magnetares. (AU)