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17-b-estradiol afeta as propriedades da imagem nuclear em celulas epiteliais mamarias humanas mcf-10f.

Processo: 07/06587-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de novembro de 2007 - 30 de novembro de 2007
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Mutagênese
Pesquisador responsável:Maria Luiza Silveira Mello
Beneficiário:Maria Luiza Silveira Mello
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Transformação celular neoplásica  Entropia  Estradiol  Cromatina  Análise de imagens 

Resumo

O tratamento das células epiteliais mamárias humanas MCF-10F com 17-B-estradiol (E2) induz transformação e tumorigênese. Sabe-se que células MCF-10F transformadas por E2 exibem perda progressiva de dutulogênese e fenótipos invasivos e tumorigênicos. Embora o conteúdo de DNA e a supraorganização cromatínica mudem em células MCF-10F transformadas por E2, não há ainda estudo comparativo em células resultantes, selecionadas para invasividade agressiva (C5) e geração de tumor em hóspede heterólogo (C5-A6-T6 e C5-A8T8). O propósito deste estudo foi assim determinar se mudanças no conteúdo Feulgen-DNA e em supraorganização cromatínica estariam envolvidos na transformação e na tumorigênese induzidas nas células MCF-10F por E2. Foi realizada análise de imagem para as células transformadas (E2) e não transformadas, para as células altamente invasivas (C5) e para linhagens celulares derivadas de tumores gerados por injeção de C5 em camundongos SCID. Um decréscimo em conteúdo Feulgen-DNA e tamanhos nucleares induzidos por E2 foi acentuado com a seleção do potencial tumorigênico. Contudo, nas células derivadas de tumor uma alta variabilidade em fenótipos celulares resultou inclusive em "near-polyploidy". Mudanças significantes em parâmetros texturais, incluindo-se entropia nuclear, indicaram remodelação estrutural da cromatina com o avanço da tumorigênese. Uma variabilidade aumentada no grau de empacotamento da cromatina em células transformadas por E2 foi seguido por redução na condensação cromatínica e no contraste entre cromatina condensada e não condensada nas células C5 e nas linhagens celulares derivadas de tumor. Estudos epigenéticos que envolvam metilação de DNA e/ou o código de histonas, poderiam vir a contribuir para uma melhor interpretação das mudanças em supraorganização da cromatina encontradas aqui. (AU)