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Um estudo estatistico dos espectros de modelos de discos de acrescao em variaveis cataclismicas

Resumo

É feito um teste estatístico dos modelos de disco de acreção atualmente utilizados em Variáveis Cataclísmicas (VCs) usando um conjunto de 33 VCs com discos estacionários (10 novas velhas e 23 pré-novas). A taxa de transferência de massa para cada sistema foi também calculada. Dados no ultravioleta (UV) foram ajustados por modelos do espectro, com o objetivo de restringir os valores de M-ponto. Foi verificado que esses modelos de disco de acresção falham em ajustar simultaneamente a cor e o fluxo, como foi previamente notado quando espectros compostos de atmosferas estelares foram ajustados ao espectro UV de VCs. Aplicando estes modelos a uma amostra de novas e pré-novas nós confirmamos que o efeito de escurecimento de bordo precisa ser levado em consideração quando as taxas de transferência de massa são estimadas, especialmente em sistemas de alta inclinação. Degenerecências importantes no ajuste dos parâmetros básicos do disco são analisadas. Nossas simulações sugerem que a lei de temperatura do modelo de disco padrão e, possivelmente, a distribuição vertical da viscosidade devem ser revisados. Além disso, uma fina camada opticamente fina ou uma componente extendidada do disco deve ser considerada.Essa componente pode ser representada fisicamente por um vento do disco e/ou uma cromosfera. Uma descrição física dos perfis de linhas de emissão pode ajudar a quebrar as degenerecências que aparecem quando apenas o contínuo é analisado. O valor do M-Ponto médio encontrado para as pré-novas é de 9.3X10^-9 M_sol/ano enquanto while 1.3X10^-8 M_sol/ano são encontrados para as novas clássicas velhas. Nenhuma evidência clara é encontrada em favor da presença ou ausencia de uma correlação entre M-ponto e o período orbital.Tal análise de correlação foi realizada para sistemas com alta taxa de acreção (15 pré-novas e 10 novas velhas) não sendo possível encontrar uma correlação bem definida como aquela encontrada por Patterson (1984). Atraves da medida da largura equivalente das linhas de emissão (C IV 1550 and He II 1640) nós encontramos uma falta de sistemas com baixo M-ponto e linhas de emissão no UV intensas. Uma correlação entre a largura equivalente dessas linhas e a inclinação orbital também foi confirmada (AU)