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Os Rosários dos Angolas: irmandades de africanos e crioulos na Bahia setecentista

Processo: 10/06040-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Livros
Vigência: 01 de julho de 2010 - 30 de junho de 2011
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História do Brasil
Pesquisador responsável:Silvia Hunold Lara
Beneficiário:Silvia Hunold Lara
Instituição-sede: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Irmandades  Escravidão  Escravos  Angola  Bahia  História do Século XVIII  Publicações de divulgação científica  Livros 

Resumo

As irmandades do Rosário na Bahia, desde as primeiras fundações em meados do século XVII, até o final do século XIX, foram, em sua maioria absoluta, instituídas e dirigidas por africanos angolas e seus parceiros crioulos. Este fenômeno indica uma valorização deste espaço por parte dos angolas, mais do que por qualquer outro grupo de africanos. A identificação com as confrarias católicas aponta para a importância do catolicismo na África Central e, ao mesmo tempo, ressalta este elemento como fundamental na constituição de uma identidade particular dentro da comunidade escrava e da sociedade baiana em geral. Este livro também aborda o papel das irmandades na experiência dos escravos em Portugal, sugerindo uma perspectiva de investigação da história da devoção ao Rosário, das confrarias negras e da identidade angola ao longo do século XVIII e circulando por três continentes. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Escravos na Bahia setecentista vieram da África Central, diz livro 
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