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Deposição atmosférica total (úmida e seca) no Brasil: implicações das atividades antrópicas nos ciclos biogeoquímicos de N e C

Processo: 05/00298-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Apoio a Jovens Pesquisadores
Vigência: 01 de novembro de 2005 - 31 de outubro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Luciene de Barros Lorandi Silveira Lara
Beneficiário:Luciene de Barros Lorandi Silveira Lara
Instituição-sede: Instituto de Física (IF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Paulo Eduardo Artaxo Netto
Bolsa(s) vinculada(s):05/03665-7 - Deposição atmosférica total (úmida e seca) no Brasil: implicações das atividades antrópicas nos ciclos biogeoquímicos de N e C, BP.JP
Assunto(s):Florestas tropicais  Cerrado  Mata Atlântica  Precipitação atmosférica  Ciclo do carbono  Ciclo do nitrogênio  Mudança climática 
Publicação FAPESP:http://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/Contribuições...climáticas_49_69_69.pdf

Resumo

Atualmente, as florestas tropicais são de reconhecida importância em função de índices extremamente elevados de riqueza de espécies e de endemismos. Estudos sobre a estrutura e o funcionamento de florestas tropicais tornaram-se ainda mais importantes frente à importância desses biomas pelo papel que exercem no ciclo do carbono, modulando as trocas entre a atmosfera e os sistemas terrestres, e no ciclo do nitrogênio, face ao aumento da deposição atmosférica desse nutriente. O entendimento dos ecossistemas preservados e/ou alterados proporcionará o discernimento necessário à concepção de sistemas de manejo sustentáveis, os quais poderão emular as adaptações biológicas que se desenvolveram nas condições ambientais particulares de regiões tropicais. Mediante a escassez de informações sobre a estrutura e o funcionamento dos ecossistemas tropicais, o principal objetivo deste pioneiro projeto é investigar a deposição úmida e seca e fornecer informações que possam a vir contemplar outros estudos multidisciplinares desenvolvidos em regiões tropicais. Para tal foram selecionados diversos tipos de biomas: floresta Amazônica, região de Cerrado, Mata Atlântica e regiões urbanizadas do Estado de São Paulo. Este estudo será parte integrante dos projetos BIOTA/FAPESP, LBA (Experimento de Grande Escala da Biosfera e Atmosfera da Amazônia) e Instituto do Milênio. (AU)

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