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Imunodominância do antígeno Sm-p40 como fator de risco para a geração de esquistossomose hepatosplênica

Resumo

Apesar da infecção pelo S.mansoni ser normalmente bem tolerada, por razões pouco compreendidas uma minoria da população evolui de forma grave, com dano hepático importante mediado pela resposta de linfócitos T CD4+ (CD4+) contra os ovos do parasita. Análise desta resposta no modelo murino de esquistossomose mansônica sugere que a dominância desproporcional de um epítopo do antígeno maior do ovo, Sm-p40 (Sm-p40234-246), sobre a resposta dos CD4+s (também chamado de imunodominância restritiva), desempenha um papel importante na patogênese da forma severa da doença. Para avaliar esta proposição e melhor entender a patogênese da forma grave de esquistossomose humana e murina, propomos analisar a existência de uma correlação entre a imunodominância restritiva de Sm-p40, o tipo de resposta T auxiliadora e o desenvolvimento de patologia severa em camundongos e seres humanos. (AU)