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Estudo dos efeitos de baixa e alta pressão de oxigênio em células do sistema imune e desenvolvimento de terapias com células adaptadas a microambientes hipóxicos/hiperóxicos em modelos in vitro e in vivo da leishmaniose

Processo: 00/12692-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de abril de 2001 - 29 de fevereiro de 2004
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia
Pesquisador responsável:Selma Giorgio
Beneficiário:Selma Giorgio
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Leishmania  Leishmaniose  Anóxia  Hiperóxia  Terapia baseada em transplante de células e tecidos  Sistema imune 

Resumo

O fluxo sangüíneo alterado, a isquemia e a proliferação de células e microrganismos são alguns dos fatores responsáveis pela hipoxia associada às infecções. Células do sistema imune como os macrófagos se adaptam a hipoxia, alterando o metabolismo, a produção de linfocinas e as atividades exo- endo- e fagocíticas. Apesar de vários mecanismos celulares de resposta a hipoxia terem sido propostos, estes não foram baseados em modelos experimentais de infecções. Em relação a hiperóxia, esta tem sido eficaz para o tratamento de varias patologias de tecidos moles, indicando que um aumento nas defesas oxidativas do hospedeiro pode auxiliar no controle de infecções. As lesões causadas pela leishmania amazonensis têm as características que levam a hipoxia tecidual. Utilizando os modelos in vivo e in vitro desta parasitose, pretendemos compreender o papel deletério/terapêutico da hipoxia/hiperoxia em infecções, desenvolver terapia celular com células resistentes a hipoxia e avaliar a terapia hiperbárica na leishmaniose murina. (AU)

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