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Laser de baixa intensidade como prevenção à hipersensibilidade

Processo: 10/19962-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2011 - 31 de agosto de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos
Pesquisador responsável:José Augusto Rodrigues
Beneficiário:José Augusto Rodrigues
Instituição-sede: Centro de Pós-Graduação e Pesquisa. Universidade de Guarulhos (UNG). Guarulhos , SP, Brasil
Pesq. associados:André Figueiredo Reis
Assunto(s):Dentística 

Resumo

Na sociedade contemporânea, a aparência pessoal possui uma importância expressiva, sendo o sorriso um importante aliado na beleza. Nesse contexto, dentes escurecidos são considerados um problema, causam baixa auto-estima e dificultam relacionamentos sociais. O clareamento dental se destaca pela obtenção de resultados esteticamente eficazes sem causar alterações clínicas na vitalidade ou integridade das estruturas dentais. Em consultório é aplicado peróxido de hidrogênio em altas concentrações associado a luzes para acelerar a reação de clareamento e é comum que os pacientes relatem sensibilidade dental pós-operatória. Para prevenir a sensibilidade autores receitam antiinflamatórios via oral, aplicam agentes que vedam mecanicamente os túbulos dentinários, porém não descrevem o uso de laser de baixa potência. O objetivo deste projeto é avaliar a efetividade do o laser de baixa intensidade (LLLT) como prevenção à sensibilidade dental gerada pelo tratamento clareador em consultório com peróxido de hidrogênio 35%. Serão selecionados 120 voluntários com dentes de cor igual ou superior a A3. O tratamento clareador será em consultório com peróxido de hidrogênio 35% ou agente placebo, de acordo com o grupo experimental por 3 semanas. Para constatar a efetividade do procedimento, a cor será avaliada com escala de cor Vita, (em ordem de luminosidade) nos dentes 21 e 23 antes e 2 semanas após o encerramento tratamento. A sensibilidade será avaliada nos mesmos dentes por meio de condutância elétrica (Pulp tester), de uma escala visual analógica (VAS), antes do tratamento, logo após (T1), 24 horas após (T2); uma semana após o 1o tratamento antes da 2a sessão (T3), logo após (T4), 24 horas após (T5); uma semana após o 2o tratamento e antes da 3a sessão (T6), logo após (T7), 24 horas após (T8); uma (T9) e duas (T10) semanas após o 3o tratamento clareador. Os dados serão analisados por testes paramétricos para os valores da escala de condutância elétrica; testes não-paramétricos serão utilizados para os dados da escala Vita e da VAS sendo esta em função do fator tempo, tratamento dessensibilizante e tratamento clareador (Kruskal-Wallis e Dunn). (AU)