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Liberação controlada de fármacos a partir de dispositivos multifuncionais nanoestruturados

Processo: 11/01971-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2011 - 31 de julho de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia
Pesquisador responsável:Leila Aparecida Chiavacci Favorin
Beneficiário:Leila Aparecida Chiavacci Favorin
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Pesq. associados:Eduardo Ferreira Molina ; Renata Cristina Kiatkoski Kaminski
Assunto(s):Neoplasias cutâneas  Sistemas de liberação de medicamentos  Nanopartículas  Materiais híbridos 

Resumo

Nas últimas décadas têm se observado um grande interesse de diferentes áreas como medicina, farmácia, agricultura, química e ciência dos materiais em novas tecnologias para liberação controlada. A liberação controlada de fármacos, agrotóxicos ou agentes biológicos oferece muitas vantagens sobre as formas convencionais de liberação, tais como alta eficiência de liberação, controle preciso da dosagem por períodos prolongados (dias, semanas, meses) e diminuição da toxicidade. Neste contexto, muitos sistemas de liberação de fármacos a base de materiais nanoestruturados que buscam controlar a quantidade, o perfil e o local de liberação do princípio ativo têm sido desenvolvidos recentemente. Entretanto, as propriedades mecânicas, ópticas e físico-químicas destes materiais nem sempre permitem o desenvolvimento de dispositivos multifuncionais como géis, cremes, ataduras oclusivas, implantes e formadores de filmes adequados para atingir o alvo e ao mesmo tempo liberar o fármaco de forma controlada. Assim sendo, o objetivo desta proposta é desenvolver dispositivos como ataduras oclusivas, monólitos, géis e formadores de filmes a base de materiais nanoestruturados, como híbridos orgânico-Inorgânicos do tipo siloxano-poliéter e nanopartículas de dióxido de titânio, para que liberem os fármacos de forma controlada e que possuam propriedades ópticas, mecânicas e estruturais superiores às existentes no mercado. Os aspectos estruturais serão correlacionados com os perfis de liberação dos princípios ativos visando otimizar as características finais dos dispositivos. A escolha da natureza química dos precursores utilizados, assim como o controle das condições de síntese determinará as propriedades finais dos diferentes dispositivos. Esse controle permitirá a obtenção de materiais formadores de filmes e monólitos transparentes com alta resistência mecânica, géis e cremes, capazes ainda, de modular o perfil de liberação de fármacos. (AU)