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Avaliação de radiofármacos na determinação de hipóxia em células e tumores de melanoma murino B16f10

Processo: 11/10565-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2011 - 31 de julho de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Carlos Alberto Buchpiguel
Beneficiário:Carlos Alberto Buchpiguel
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Fabio Luiz Navarro Marques ; Roger Chammas
Assunto(s):Medicina nuclear  Radiofarmacologia 

Resumo

A baixa oxigenação (hipóxia) altera drasticamente o metabolismo celular e a forma de produção de ATP, alterando diversos parâmetros intracelulares. Devido ao crescimento tumoral e à formação de vasos aberrantes, ocorre o um ciclo vicioso de hipóxia-normóxia, a fim de suprir as carências nutritivas das células, fenômeno este chamado de "hipóxia intermitente". Isto estimula e permite que as células desenvolvam mecanismos de escape, adaptação e resistência, contribuindo não só para um comportamento maligno e agressivo dessas células neoplásicas, mas também lhes conferindo resistência a tratamentos quimioterapêuticos e radioterapêuticos.A detecção de regiões de hipóxia em células tumorais pode ser realizada com diferentes radiofármacos, muitos deles desenvolvidos para serem captados ou metabolizados em decorrência da expressão de algumas das alterações que ocorrem nas células hipoxiadas. A proposta deste trabalho é preparar e avaliar o comportamento dos radiofármacos (18F)FAZA, [[99mTc](O)HL91] e [[99mTc]glucarato]- em melanoma murino B16F10.Os radiofármacos terão a captação celular avaliada, após incubação dos mesmos com as células em cultura dessa linhagem, e, posteriormente, serão utilizados para detecção de regiões de hipóxia em tumores implantados em camundongos, através da formação de imagens em aparelho PET/SPECT/CT. A taxa de captação mensurada pelas técnicas de imagem será correlacionada com dados bioquímicos (pH, ácido láctico), imunohistoquímicos (HIF1, Glut1, etc) e histopatológicos (vascularização na área de captação e alterações celulares, decorrentes da privação de oxigênio).Ao final do projeto, esperamos estabelecer correlações entre a taxa de captação dos radiofármacos, e alterações visualizadas nas células, através das diferentes técnicas empregadas. Estabelecendo, desta forma, novas diretrizes e procedimentos para novos estudos e desenvolvimento de novos radiofármacos. (AU)