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Avaliação do consumo de antimicrobianos e do tempo de tratamento na sepse hospitalar comparando a utilização da reação da polimerase em cadeia em tempo real multiplex à hemocultura convencional para identificação do agente etiológico: ensaio clínico Aleat

Processo: 11/09865-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2011 - 31 de agosto de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Tânia Mara Varejão Strabelli
Beneficiário:Tânia Mara Varejão Strabelli
Instituição-sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Alberto José da Silva Duarte ; Cecilia Eugênia Charbel ; Cristhieni Rodrigues ; Flávia Rossi ; Helio Hehl Caiaffa Filho ; Luciane de Carvalho Sarahyba da Silva ; Maria Renata Gomes Franco ; Roberta Ferreira Mariano
Bolsa(s) vinculada(s):13/06659-4 - Capacitação técnica para a realização de um teste "in vitro"de amplificação de ácido nucleico para a identificação do DNA de fungos e bactérias em sangue humano, BP.TT
12/01144-3 - Capacitação técnica para a realização de um teste "in vitro" de amplificação de ácido nucleico para a detecção e identificação do DNA de fungos e bactérias em sangue humano, BP.TT
11/20884-5 - Capacitação técnica para a realização de um teste "in vitro" de amplificação de ácido nucleico para a detecção e identificação do DNA de fungos e bactérias em sangue humano, BP.TT
Assunto(s):Doenças transmissíveis  Doenças parasitárias  Sepse  Reação em cadeia por polimerase (PCR) 

Resumo

A sepse representa a principal causa de óbito em unidades de terapia intensiva em todo o mundo. A identificação precoce do agente etiológico é fundamental para uma terapia antimicrobiana adequada. Até o momento, a hemocultura é o teste diagnóstico de referência para a detecção de patógenos no sangue. Existem, entretanto, algumas limitações como a baixa sensibilidade e a demora na identificação microbiológica, levando à maior possibilidade de erro e maior consumo de antimicrobianos empíricos. Isto pode resultar na seleção de micro-organismos resistentes, em maior toxicidade e no aumento do tempo de internação e dos custos hospitalares. Portanto, testes laboratoriais mais rápidos e sensíveis são necessários para melhorar a eficácia da terapia antimicrobiana na sepse. O objetivo deste estudo é avaliar o consumo e o tempo de tratamento com antimicrobianos nos pacientes utilizando um teste molecular rápido (PCR em Tempo Real Multiplex) para identificação do agente etiológico na sepse em comparação aos pacientes em que se utiliza à hemocultura convencional. Será também avaliado o percentual de concordância na identificação dos micro-organismos entre os dois métodos e a evolução clínica, laboratorial, mortalidade, tempo de internação e custos nos dois grupos. Serão incluídos pacientes maiores de 18 anos, internados há mais de 48 horas, com suspeita clínica de sepse. Amostras de sangue para realização de culturas e da PCR serão coletadas imediatamente antes do início do esquema antimicrobiano. Os pacientes serão randomizados aleatoriamente em dois grupos. Nos pacientes do grupo I, o resultado da PCR será informado para o médico investigador (em até 12 horas), que adequará o esquema antimicrobiano. Nos pacientes do grupo II, o resultado da PCR não será informado, sendo o tratamento direcionado conforme o resultado da hemocultura (após 72 horas). A conduta empírica inicial será a mesma nos dois grupos, de acordo com a padronização da instituição. Estima-se que este estudo contribua para a melhoria dos resultados no tratamento da sepse hospitalar, com redução da utilização empírica de antimicrobianos de amplo espectro e menor tempo de internação. (AU)

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