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Cintilação ionosférica equatorial e espalhamento da camada F: ferramentas de predicao, respostas a tempestades geomagnéticas e variações devido a estação do ano/longitudinal

Resumo

O espalhamento da camada F equatorial é um fenômeno de irregularidade do plasma ocorrendo principalmente à noite na região F da ionosfera. O espalhamento da camada F equatorial é uma manifestação das instabilidades de inter-troca ionosférica. É um modo de realimentação para a liberação da energia potencial gravitacional livre armazenada na região F equatorial noturna devido a fortes gradientes da densidade do plasma. Um largo espectro (poucos metros a quilômetros) de irregularidades da densidade do plasma alinhadas ao longo da linha de campo magnético é produzido pelas instabilidades de inter-troca. Sempre que o trajeto de propagação de um sinal eletromagnético de satélites de comunicação e navegação encontra irregularidades devidas ao espalhamento da camada F, flutuações irregulares na amplitude e na fase do sinal (cintilação) são produzidas. A cintilação do sinal degrada severamente a performance de comunicação transionosférica e de sistemas de navegação. Os principais objetivos científicos desta proposta estão resumidamente descritos abaixo: 1.Desenvolver ferramentas de predição de cintilação usando coerência e fase do espectro cruzado de "wavelets" dos sinais de cintilação de dados de sinal de receptores do SCINDA ("Scintillation Network Decision AID") e do instrumento CERTO ("Coherent Electromagnetic Radio Tomography") a bordo do satélite C/NOFS ("Communication/Navigation Outaged Forecast Systems"").2.Investigar as respostas das irregularidades do espalhamento da camada F equatorial a diferentes níveis de atividade geomagnética. O estudo também tem como objetivo a investigação da variação com a longitude e estação do ano da resposta do espalhamento da camada F equatorial às tempestades geomagnéticas. Nós vamos utilizar dados de densidade iônica, do campo elétrico e do CET (Conteúdo Eletrônico Total) do satélite C/NOFS, dados de densidade do plasma e do potencial cruzado da calota polar do satélite DMSP, dados do campo magnético interplanetário do satélite ACE, e observações de cintilação do SCINDA.3.Estabelecer o crescimento (ou supressão) das instabilidades do plasma da região F equatorial ao anoitecer na parte de baixo da região F equatorial usando um modelo baseado na física, um modelo empírico, e observações da deriva vertical do plasma se dero tilizarida por ionossondas para determinar assimetrias e variabilidade longitudinal da cintilamedida por ionossonda, para determinar a ocorrência de assimetrias e variabilidade longitudinal da cintilação e do espalhamento da camada F. Os cálculos do modelo utilizarão medidas realísticas de parâmetros de entrada ionosféricos, geomagnético, e atmosféricos. (AU)